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Dr. Frankenstein chinês acredita em retorno após prisão por bebês geneticamente editados

Após cumprir pena por criar os primeiros bebês geneticamente editados, o cientista chinês He Jiankui, o "Dr. Frankenstein", aposta em sua reintegração na China, visando a liderança global em biotecnologia.

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Foto: InfoMoney
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15/02 às 13:01

Pontos principais

  • He Jiankui, conhecido como "Dr. Frankenstein", foi condenado a três anos de prisão por criar os primeiros bebês geneticamente editados.
  • Após a libertação, He afirma ter recebido uma oferta de cargo em uma academia médica financiada pelo governo e retomou pesquisas em edição genética.
  • Ele não demonstra arrependimento, acreditando que estava à frente de seu tempo e que a opinião pública chinesa está mais favorável à edição genética para prevenir doenças.
  • He prevê que a China superará os EUA na edição genética, considerando as regulamentações americanas excessivamente restritivas.

O cientista chinês He Jiankui, apelidado de "Dr. Frankenstein" após ser condenado por criar os primeiros bebês geneticamente editados do mundo, acredita que o tempo está a seu favor para um retorno ao cenário científico. Após cumprir três anos de prisão, He não se calou e continua a defender seu trabalho, vendo a busca da China pela liderança em biotecnologia como uma oportunidade para sua reintegração, apesar das controvérsias éticas que cercaram suas ações.

He Jiankui afirma ter recebido uma oferta de cargo de uma academia médica financiada pelo governo em Shenzhen e já retomou pesquisas em edição genética, focando em doenças como Alzheimer e distrofia muscular em camundongos. Ele interpreta as novas regulamentações chinesas como um sinal de abertura e prevê que a edição genética chinesa dominará o mundo, superando os Estados Unidos, que ele considera excessivamente limitados por comitês de ética e reguladores.

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