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MPF denuncia Rivaldo Barbosa e Giniton Lages por obstrução de justiça no caso Marielle

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio Pinto Barros por associação criminosa e obstrução de justiça na investigação do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

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Foto: InfoMoney
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13/02 às 21:01

Pontos principais

  • Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio Pinto Barros foram denunciados pelo MPF por associação criminosa e obstrução de justiça.
  • A denúncia se refere à apuração do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, e à tentativa de homicídio de Fernanda Chaves.
  • Rivaldo Barbosa já é réu no STF como mentor intelectual do assassinato de Marielle Franco.
  • A nova denúncia surge das investigações do Inquérito 4.954 no STF, focado em crimes de associação criminosa e obstrução de justiça.
  • O MPF acusa os delegados e o comissário de formar uma associação criminosa para garantir impunidade a homicídios praticados por organizações criminosas no Rio de Janeiro.

O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra Rivaldo Barbosa, Giniton Lages e Marco Antonio Pinto Barros por associação criminosa e obstrução de justiça. A acusação está ligada à investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio de Fernanda Chaves. Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, já é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) como suposto mentor intelectual do crime, o que adiciona uma nova camada de complexidade ao caso.

Esta nova denúncia é resultado das investigações do Inquérito 4.954, que tramita no STF e foca em crimes de associação criminosa e obstrução de justiça. O MPF alega que os denunciados, incluindo os delegados e o comissário, formaram uma associação criminosa com o objetivo de assegurar a impunidade de homicídios cometidos por organizações criminosas no Rio de Janeiro. A organização é descrita como atuante na ocultação de provas, incriminação de inocentes e uso de testemunhos falsos, com Rivaldo Barbosa, enquanto diretor da Divisão de Homicídios, supostamente aderindo ao plano de assassinato de Marielle Franco e comprometendo-se a garantir a impunidade.

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