A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) intensificou as investigações sobre as irregularidades na Americanas, instaurando dois novos inquéritos administrativos em 15 de janeiro de 2026. As novas apurações visam investigar a atuação de bancos e seus administradores envolvidos nas emissões de valores mobiliários da companhia, além de verificar o cumprimento dos deveres fiduciários por membros dos Conselhos de Administração e Fiscal da Americanas, antigas B2W e Lojas Americanas.
Paralelamente, a CVM concluiu um inquérito administrativo anterior que confirmou que as "inconsistências contábeis" de R$ 20 bilhões, inicialmente reportadas, eram, na verdade, uma complexa fraude contábil. Esta fraude tinha como objetivo manipular os resultados financeiros da empresa e as cotações de suas ações. A investigação utilizou ferramentas avançadas como Big Data Analytics e analisou uma vasta gama de documentos, e-mails e conversas, reforçando a gravidade das descobertas e a extensão das irregularidades na varejista.
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