Morte do cão Orelha mobiliza artistas e manifestantes em protestos neste domingo
A morte do cão Orelha em Florianópolis, após agressões de adolescentes, gerou uma série de protestos em diversas cidades brasileiras, mobilizando artistas, ativistas e políticos para cobrar justiça e discutir a redução da maioridade penal.
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01/02 às 15:20
Pontos principais
- Protestos foram realizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis para pedir justiça pela morte do cão Orelha.
- A mobilização contou com a presença de artistas, ativistas e políticos, incluindo a primeira-dama de São Paulo, Regina Nunes, e a ativista Luisa Mell.
- Além da justiça para Orelha, os manifestantes também pedem a redução da maioridade penal, já que os suspeitos são quatro adolescentes.
- O cão Orelha morreu em janeiro após sofrer agressões graves na cabeça, que levaram à eutanásia.
- Quatro adolescentes são investigados pela Polícia Civil de Santa Catarina por agredir o animal com intenção de matá-lo.
- Dois dos suspeitos tiveram celulares e roupas apreendidos ao retornar dos Estados Unidos e foram intimados a depor.
- Casos semelhantes de ataques a cães em outros estados podem estar relacionados a grupos de ódio online que incitam a tortura de animais.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Regina Nunes (primeira-dama de São Paulo)Luisa Mell (ativista)Heloisa Perissé (atriz)
Organizações
Ministério Público de Santa Catarina (MPSC)Polícia CivilMaspEstadão
Lugares
São PauloAvenida PaulistaRio de JaneiroAterro do FlamengoMonumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra MundialGlóriaCopacabanaPraia do LemeFlorianópolisAvenida Beira Mar NorteSanta CatarinaParanáRio Grande do SulEstados UnidosAeroporto Internacional de Florianópolis
