Governo diz que novos atos contra a Cargill no Pará “não serão tolerados”
23 de fevereiro, 2026 às 15:40
InfoMoney
Resumo
O governo federal, através do Ministério dos Portos e Aeroportos, declarou que não tolerará novos atos violentos ou ocupações contra os terminais da Cargill em Santarém (PA), após manifestantes indígenas protestarem contra a privatização e a dragagem de rios amazônicos.
Pontos principais
- O Ministério dos Portos e Aeroportos afirmou que não tolerará atos violentos e ocupações contra terminais da Cargill em Santarém (PA).
- Manifestantes indígenas ocuparam o terminal portuário da Cargill, interrompendo operações em protesto contra a privatização e a dragagem de rios.
- O governo considera ilegais atos que gerem violência, invasões ou ocupações irregulares, apesar de garantir o direito à manifestação.
- Medidas já foram tomadas, incluindo notificação da Companhia Docas do Pará, acionamento da AGU e suspensão da licitação da dragagem.
- Os protestos são uma escalada em relação aos planos de dragagem de rios como o Tapajós, cruciais para o escoamento de grãos.
- Manifestantes exigem a reconsideração do decreto 12.600, assinado pelo presidente Lula, que incluiu hidrovias federais no PND, permitindo estudos para concessão de serviços de navegabilidade.
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Entidades mencionadas
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
Ministério dos Portos e Aeroportos
Cargill
Companhia Docas do Pará
Advocacia-Geral da União (AGU)
Lugares
Santarém (PA)
Rio Tapajós
Rio Madeiras
Rio Tocantins
Amazônia
Brasil
