Fachin diz que não ficará de “braços cruzados” no caso Master: “Doa a quem doer”
O ministro Edson Fachin, presidente do STF, declarou que não se omitirá em avaliar questionamentos sobre a investigação do Banco Master, mesmo que isso gere desconforto, e defendeu a adoção de um código de conduta para ministros.
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27/01 às 11:36
Pontos principais
- Edson Fachin afirmou que não ficará de "braços cruzados" em relação à investigação do Banco Master, sob relatoria de Dias Toffoli.
- Fachin ressaltou que pode agir na investigação se considerar necessário, "doa a quem doer".
- A atuação de Toffoli no caso é alvo de pedidos de suspeição devido à proximidade de sua família com investigados.
- Dois irmãos de Toffoli foram sócios de um resort que vendeu participação para um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- Fachin defendeu a nota institucional do STF em apoio a Toffoli, justificando a defesa da regularidade da atuação jurisdicional durante o recesso.
- O ministro defendeu a adoção de um código de conduta para ministros, apesar da resistência de alguns membros da Corte.
- Fachin explicou que o Judiciário é alvo de ataques por seu papel de controle, por ser um poder não eleito e por proteger direitos fundamentais.
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