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Fachin diz que não ficará de “braços cruzados” no caso Master: “Doa a quem doer”

27 de janeiro, 2026 às 11:36
InfoMoney

Resumo

O ministro Edson Fachin, presidente do STF, declarou que não se omitirá em avaliar questionamentos sobre a investigação do Banco Master, mesmo que isso gere desconforto, e defendeu a adoção de um código de conduta para ministros.

Pontos principais

  • Edson Fachin afirmou que não ficará de "braços cruzados" em relação à investigação do Banco Master, sob relatoria de Dias Toffoli.
  • Fachin ressaltou que pode agir na investigação se considerar necessário, "doa a quem doer".
  • A atuação de Toffoli no caso é alvo de pedidos de suspeição devido à proximidade de sua família com investigados.
  • Dois irmãos de Toffoli foram sócios de um resort que vendeu participação para um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
  • Fachin defendeu a nota institucional do STF em apoio a Toffoli, justificando a defesa da regularidade da atuação jurisdicional durante o recesso.
  • O ministro defendeu a adoção de um código de conduta para ministros, apesar da resistência de alguns membros da Corte.
  • Fachin explicou que o Judiciário é alvo de ataques por seu papel de controle, por ser um poder não eleito e por proteger direitos fundamentais.

Entidades mencionadas

Pessoas
Edson Fachin
Dias Toffoli
Daniel Vorcaro
Organizações
Supremo Tribunal Federal
STF
Banco Master
O Globo
Lugares
Paraná