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Cálculo político e resistências esfriaram a criação de novo Ministério da Segurança Pública

15 de janeiro, 2026 às 02:00
G1 Política

Resumo

A criação de um ministério exclusivo para a Segurança Pública foi descartada devido a cálculos políticos e resistências, com Wellington César Lima e Silva assumindo o Ministério da Justiça com foco na segurança pública, enquanto a PEC da Segurança Pública continua em debate.

Pontos principais

  • A ideia de criar um Ministério da Segurança Pública foi esfriada por cálculos políticos e resistências, apesar da preocupação com o crime organizado.
  • Wellington César Lima e Silva foi nomeado novo ministro da Justiça, com a missão de focar na segurança pública sem a divisão da pasta.
  • A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que visa fortalecer a União no combate ao crime organizado, reacendeu o debate sobre a necessidade de uma pasta específica.
  • A PEC busca maior coordenação nacional contra o crime organizado e foi impulsionada após megaoperações policiais no Rio de Janeiro.
  • A proposta gerou debate sobre a suficiência da estrutura atual e resistência de governos estaduais, especialmente os de direita.
  • Críticos da criação de uma nova pasta argumentam que a mudança constitucional já seria suficiente para fortalecer a coordenação federal.
  • O adiamento da votação da PEC na Câmara dos Deputados representou uma derrota para o governo, que buscava aprovação em 2025.

Entidades mencionadas

Pessoas
Wellington César Lima e Silva
Ricardo Lewandowski
Lula
Valdo Cruz
Julia Dualibi
Mendonça Filho
Michel Temer
Organizações
Ministério da Justiça e Segurança Pública
Petrobras
Congresso
Câmara dos Deputados
Comissão de Constituição e Justiça
Polícia Federal
Polícia Rodoviária Federal
Força Nacional
União
Lugares
Brasil
Rio de Janeiro
Penha
Alemão
Planalto