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Tesouro Direto
Adicionado evento de 29/01/2026 sobre a reação das taxas do Tesouro Direto à decisão do Copom e sinalização de cortes de juros. Incluídos novos atores (XP, Warren Investimentos, Bank of America) e o termo "Copom".
Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional do Brasil que permite a pessoas físicas investir em títulos públicos federais. Criado em 2002, o programa busca democratizar o acesso a esses investimentos, que antes eram restritos a grandes investidores e instituições financeiras. Os títulos públicos são considerados investimentos de baixo risco, pois são garantidos pelo governo federal.
O programa Tesouro Direto foi lançado em 2002 pelo Tesouro Nacional em parceria com a B3 (antiga BM&FBOVESPA). Seu objetivo principal foi o de popularizar e facilitar o acesso da população aos investimentos em títulos públicos, oferecendo uma alternativa de investimento segura e com rentabilidade atrativa. Ao longo dos anos, o programa tem se consolidado como uma importante ferramenta de captação de recursos para o governo e de investimento para os cidadãos. A rentabilidade dos títulos pode ser influenciada por fatores econômicos, como a prévia do PIB (Produto Interno Bruto) e a taxa de juros dos títulos do Tesouro dos EUA (Treasuries), o que pode gerar variações nas taxas oferecidas, especialmente em papéis de curto prazo. Mais recentemente, o fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil e o humor do mercado global, incluindo a descompressão dos títulos japoneses e a consequente queda nos rendimentos dos Treasuries americanos, têm impactado significativamente as taxas oferecidas, levando a movimentos de queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro Direto. Decisões de política monetária do Banco Central do Brasil, como a manutenção da taxa Selic e sinalizações sobre futuros cortes de juros, também exercem forte influência sobre as taxas dos títulos, com o mercado reagindo rapidamente a essas indicações.