Janja Lula da Silva
Adicionado evento de 06/10/2026 sobre o uso de aeronave da FAB por Janja para compromissos no Rio de Janeiro, incluindo visita a escola de samba e evento oficial, e a discussão gerada por essa agenda.
Rosângela da Silva, conhecida como Janja, é a atual primeira-dama do Brasil. Ela é socióloga e é reconhecida por sua atuação e posicionamento em temas sociais e políticos. Recentemente, Janja citou a obra 'América Invertida' em um contexto de discussão sobre soberania e ataques à democracia. Ela também tem se engajado em ações de diplomacia cultural, destacando a importância da troca cultural entre países, como evidenciado em seu encontro com influenciadores brasileiros na Coreia do Sul, onde discutiu a influência global da cultura coreana e brasileira. No cenário nacional, Janja também cumpre uma agenda diversificada, que por vezes inclui tanto compromissos oficiais quanto visitas a instituições culturais, como escolas de samba, gerando debates sobre o uso de recursos públicos, como aeronaves da FAB, em agendas que combinam aspectos governamentais e pessoais ou de apoio político.
Janja Lula da Silva, socióloga de formação, tem se destacado por sua participação ativa em debates públicos. Sua menção à obra 'América Invertida' de 1943, conhecida como uma declaração de independência ao eurocentrismo nas artes, ocorreu durante um discurso que abordava a soberania nacional e os ataques à democracia. Essa citação reflete uma postura de valorização da perspectiva latino-americana e de defesa de princípios democráticos. Além disso, Janja tem demonstrado interesse em diplomacia cultural, como sua agenda em Seul, Coreia do Sul, onde se reuniu com influenciadores brasileiros para discutir a relevância da cultura como ferramenta de influência global, citando exemplos como o k-pop, k-drama e k-beauty, e a música, futebol e arte brasileiras. No Brasil, sua atuação também envolve a participação em eventos e visitas a instituições, como a visita ao barracão da escola de samba Acadêmicos de Niterói em outubro de 2026. Essa visita, que ocorreu em um voo da FAB acompanhada por ministras de Estado, gerou discussões sobre a adequação do uso de aeronaves oficiais para agendas que, além de compromissos governamentais, incluíam eventos de caráter cultural ou de apoio a iniciativas que homenageavam o presidente. O uso de aviões da FAB por autoridades é regulamentado por decreto, permitindo o embarque de acompanhantes quando há ministros de Estado no voo, mas a natureza mista de algumas agendas tem sido objeto de escrutínio por parte da oposição e da mídia.