Em 28 de janeiro de 2026, Gleisi Hoffmann, então ministra da Secretaria de Relações Institucionais, expressou publicamente sua visão sobre a necessidade de quadros do Partido dos Trabalhadores (PT) e do campo progressista se candidatarem nas eleições de 2026. Ela defendeu que todos os auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com força eleitoral deveriam se engajar nas disputas estaduais para combater a extrema-direita. Especificamente, mencionou Fernando Haddad como um nome que deveria ser candidato, seja ao Senado ou ao governo de São Paulo, apesar de Haddad ter manifestado preferência por atuar na campanha de reeleição de Lula. Hoffmann enfatizou a importância de proteger o projeto de país e a democracia, que, segundo ela, estariam em risco diante do avanço da extrema-direita. Ela também comentou sobre a dinâmica do PSD, reconhecendo seu caráter de partido com interesses regionais e federados, e não de unidade nacional, o que permitiria o apoio de alas regionais ao governo Lula.