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Gangues no Haiti
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O Haiti enfrenta uma crise de segurança, humanitária e de governança, com gangues armadas controlando vastas áreas da capital, Porto Príncipe, e regiões adjacentes. Essas gangues são responsáveis por deslocamentos populacionais, restrição de acesso a serviços básicos e um aumento alarmante no recrutamento de crianças e jovens, que são explorados para diversas funções, incluindo combate armado e exploração sexual. A situação é agravada pela pobreza generalizada e pela ausência de serviços de proteção infantil eficazes.
A crise no Haiti é marcada por uma crescente instabilidade, onde gangues armadas se estabeleceram como atores dominantes em Porto Príncipe e arredores. A população, com 45% de seus membros com menos de 18 anos, é particularmente vulnerável. A pobreza extrema leva muitas famílias e crianças a serem suscetíveis ao recrutamento por gangues, que oferecem uma falsa sensação de proteção, pertencimento ou renda em áreas onde o Estado é ausente. As crianças são usadas como vigias, mensageiros, informantes e diretamente em confrontos armados, postos de controle e sequestros. Meninas enfrentam riscos adicionais de exploração sexual e relacionamentos forçados. A ONU tem alertado para o aumento do recrutamento infantil e a necessidade urgente de fortalecer os sistemas de proteção e oferecer alternativas aos jovens.