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Flávio Bolsonaro
Adicionado evento de 11/02/2026 sobre as declarações de Flávio Bolsonaro a respeito de sua candidatura, a relação com Tarcísio de Freitas e críticas ao STF.
Flávio Bolsonaro é senador e figura central em disputas políticas no Brasil. Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada em dezembro de 2025, revela percepções divididas sobre sua pré-candidatura: 49% dos bolsonaristas acreditam que ele levará a disputa até o fim, enquanto 38% veem a pré-campanha como espaço para negociações, visão mais comum entre lulistas. Mais recentemente, em janeiro de 2026, ele se tornou alvo de uma solicitação de investigação à Polícia Federal, feita pelo ministro Ricardo Lewandowski, por supostos crimes contra a honra do presidente Lula. No mesmo período, a dinâmica de apoio dentro da família Bolsonaro veio à tona, com Michelle Bolsonaro publicando um vídeo de Tarcísio de Freitas em meio a cobranças para que ela apoie Flávio, sugerindo que sua preferência pode não ser o endosso público a Flávio. Em meio a essas discussões, Flávio Bolsonaro defendeu Tarcísio de Freitas contra pressões por apoio político, expressando confiança na lealdade do governador, apesar de aliados de Tarcísio esperarem um posicionamento mais incisivo. A primeira pesquisa Quaest de 2026, divulgada em 14 de janeiro, indicou que a candidatura de Flávio Bolsonaro ganhou força, consolidando-se como segundo colocado em cenários de 1º turno e atraindo apoio da direita não bolsonarista. A crença de que ele levará sua candidatura até o fim aumentou para 54%, com 83% dos bolsonaristas e 75% da direita acreditando nisso. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, observa que Lula se beneficia da manutenção da candidatura de Flávio, dado o receio de 46% da população de um retorno da família Bolsonaro ao poder. A pesquisa Quaest também apontou que 44% dos entrevistados consideram que Jair Bolsonaro errou ao indicar Flávio como candidato à Presidência em 2026, enquanto 43% acreditam que ele acertou. O governo Lula, por sua vez, registrou 49% de desaprovação e 47% de aprovação no mesmo levantamento, um empate técnico. Em 15 de janeiro de 2026, Flávio Bolsonaro contestou os resultados da pesquisa Quaest, que apontou uma vantagem de 13 pontos percentuais para Lula, afirmando que o resultado "ainda não reflete bem a realidade". No mesmo dia, Tarcísio de Freitas reiterou publicamente seu apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência, afirmando que seu projeto político está concentrado em São Paulo e negando qualquer intenção prévia de disputar a Presidência. A pesquisa Quaest também revelou que Lula venceria em todos os cenários de 1º e 2º turno, com a menor diferença contra Tarcísio de Freitas, e que 56% dos entrevistados consideram que Lula não merece um novo mandato. Apesar disso, 56% também acreditam que Lula vencerá se o candidato da oposição for da família Bolsonaro. Em 18 de janeiro de 2026, foi anunciado que Flávio Bolsonaro viajará a Israel para participar da Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, buscando firmar sua imagem como líder da direita no exterior. Em 19 de janeiro de 2026, Flávio Bolsonaro iniciou sua viagem a Israel, após uma visita prévia aos EUA, com o objetivo de consolidar sua pré-candidatura à Presidência e unificar a direita brasileira. No sábado anterior a esta viagem, ele enviou um 'sinal de paz' a Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, buscando apaziguar as relações e fortalecer a coesão do grupo político. Em 11 de fevereiro de 2026, Flávio Bolsonaro detalhou propostas econômicas, incluindo um "tesouraço" nas despesas públicas para cortar impostos e burocracia, além de defender a manutenção e reformulação de programas sociais como o Bolsa Família. Ele também criticou a política econômica do governo Lula, especialmente a reforma tributária e a expansão de programas sociais sem compromisso fiscal. No mesmo dia, ele afirmou que a escolha de seu pai, Jair Bolsonaro, para sua candidatura à Presidência foi "acertada", citando as pesquisas que mostram seu crescimento e declarando-se "muito preparado". Ele também expressou sua convicção de que Tarcísio de Freitas se engajará integralmente em seu projeto político e criticou a atuação do STF no processo de seu pai, sugerindo falta de "autocontenção" da Corte.
No contexto político brasileiro, Flávio Bolsonaro emerge como protagonista em cenários eleitorais e também em questões legais. A pesquisa Genial/Quaest reflete o posicionamento de seus apoiadores e opositores em relação à sua pré-candidatura, destacando tensões entre bolsonaristas e lulistas em meio a possíveis acordos ou confrontos eleitorais. Em um desenvolvimento posterior, o ministro Ricardo Lewandowski solicitou uma investigação contra ele por supostos crimes contra a honra de Lula, baseada em uma denúncia de uma deputada petista que alega associação de Lula com Maduro. Paralelamente, a dinâmica de apoio familiar também se tornou um ponto de atenção, com Michelle Bolsonaro publicando um vídeo de Tarcísio de Freitas, o que gerou discussões sobre seu real posicionamento em relação à pré-candidatura de Flávio, apesar das cobranças por um apoio mais explícito. Diante da pressão sobre Tarcísio de Freitas para um apoio mais contundente, Flávio Bolsonaro interveio, pedindo que o governador não fosse pressionado e reiterando sua confiança na lealdade de Tarcísio, mesmo com o governador já tendo declarado seu apoio. Em 15 de janeiro de 2026, Tarcísio de Freitas reforçou publicamente seu apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência, esclarecendo que seu foco está no governo de São Paulo e que nunca teve a intenção de disputar a Presidência. A pesquisa Quaest de janeiro de 2026 reforça a consolidação de Flávio como nome da oposição, com um aumento na percepção de que sua candidatura é para valer, inclusive entre independentes e na esquerda. Felipe Nunes, diretor da Quaest, aponta que a força de Flávio não vem apenas do apoio bolsonarista, mas também da direita não bolsonarista. No entanto, o eleitor independente ainda prefere Lula contra Flávio, indicando um desafio para o senador em diminuir sua rejeição. A pesquisa também mostrou que Tarcísio de Freitas reduziu a diferença para Lula no 2º turno, passando de dez para cinco pontos percentuais, embora seu desafio seja conquistar eleitores independentes e bolsonaristas em caso de desistência de Flávio. A percepção pública de que a oposição precisa de um nome não bolsonarista para ter mais chances de vencer também é um fator relevante, com 56% dos entrevistados acreditando que Lula venceria se o candidato fosse da família Bolsonaro. A mesma pesquisa Quaest de janeiro de 2026 também avaliou a percepção sobre a indicação de Flávio por Jair Bolsonaro, com 44% considerando que o ex-presidente errou e 43% que acertou, uma mudança em relação à pesquisa anterior onde a desaprovação era maior. Adicionalmente, o levantamento indicou que o governo Lula possui 49% de desaprovação e 47% de aprovação, configurando um empate técnico. Em resposta aos resultados da pesquisa Quaest, Flávio Bolsonaro expressou sua discordância, sugerindo que os números não refletem a realidade atual do cenário eleitoral. A pesquisa também apontou que 56% dos entrevistados acreditam que Lula não merece um novo mandato, e que Lula lidera em todos os cenários de 1º e 2º turno, com a menor diferença contra Tarcísio de Freitas. Em uma estratégia para firmar sua imagem internacionalmente e unificar a direita, Flávio Bolsonaro anunciou em 18 de janeiro de 2026 sua viagem a Israel para participar da Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo, entre os dias 26 e 27 de janeiro. Em 19 de janeiro de 2026, ele iniciou essa viagem, que segue uma visita anterior aos EUA, e no sábado anterior à partida, enviou um 'sinal de paz' a Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, buscando fortalecer a coesão de seu grupo político. Em 11 de fevereiro de 2026, durante um evento do BTG Pactual, Flávio Bolsonaro apresentou suas propostas econômicas, que incluem cortes de gastos públicos e impostos, e defendeu uma reformulação dos programas sociais para promover a autonomia dos beneficiários. Ele também criticou a gestão econômica do governo Lula, apontando falhas na reforma tributária e na expansão de programas sociais. No mesmo dia, ele reiterou que a escolha de seu pai por sua candidatura foi acertada, citando seu crescimento nas pesquisas e sua própria preparação para o cargo. Ele também manifestou a expectativa de que Tarcísio de Freitas se engaje plenamente em sua campanha e criticou a atuação do STF no caso de seu pai, Jair Bolsonaro, sugerindo que houve falta de "autocontenção" por parte da Corte.
Em 11 de fevereiro de 2026, Flávio Bolsonaro detalhou suas propostas econômicas e sociais. Ele defende um "tesouraço" nas despesas públicas, visando cortar a carga tributária, a burocracia e cargos em comissão para incentivar investimentos e o empreendedorismo. Em relação aos programas sociais, como o Bolsa Família, ele propõe a manutenção, mas com reformulações para que funcionem como "rampa de saída" para os beneficiários, promovendo a autonomia. Bolsonaro criticou a expansão de programas sociais no governo Lula, classificando-a como "populismo barato" e sem compromisso com o arcabouço fiscal. Ele também questionou a reforma tributária sancionada por Lula, alegando que ela "arrombou os mais pobres" em vez de atingir os mais ricos. Sobre a privatização de estatais, Flávio Bolsonaro se mostrou favorável, mas com a ressalva de que cada empresa deve ser analisada individualmente para definir o melhor modelo. Adicionalmente, defendeu o aproveitamento do potencial das terras raras no Brasil por meio de parcerias público-privadas, buscando agregar valor aos insumos e evitar que o país seja apenas um exportador de commodities. No mesmo dia, ele afirmou que a decisão de seu pai, Jair Bolsonaro, de escolhê-lo como candidato à Presidência foi "acertada", baseando-se em seu crescimento nas pesquisas e em sua própria percepção de estar "muito preparado". Ele também expressou sua convicção de que Tarcísio de Freitas se engajará integralmente em seu projeto político e criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), avaliando que não houve "autocontenção" da Corte no processo de seu pai e que caberia a outro Poder intervir. Ele destacou sua trajetória de 23 anos na vida pública como sendo marcada pelo "diálogo e não pelo confronto" e que pretende vencer eleições com racionalidade, "usando o cérebro e não o fígado".