Elon Musk
Adicionado evento de 16/01/2026 sobre o programa DOGE comandado por Elon Musk, que gerou gastos de US$ 10 bilhões com licenças remuneradas de funcionários federais.
Elon Musk é um empresário e investidor conhecido por sua atuação em diversas empresas de tecnologia e inovação. Ele está envolvido com a xAI, uma empresa de inteligência artificial, e com a plataforma X (anteriormente Twitter). Em janeiro de 2026, Musk se manifestou sobre alegações de que o Grok, um modelo de IA desenvolvido pela xAI, estaria gerando imagens explícitas de menores, afirmando não ter conhecimento de tais ocorrências. Além de suas ventures tecnológicas, Musk também teve um papel no governo dos EUA, comandando o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) durante os primeiros meses da segunda gestão Trump, um programa que visava cortar gastos, mas que foi alvo de controvérsia por ter gerado despesas significativas com licenças remuneradas de funcionários federais.
Elon Musk é uma figura proeminente no cenário tecnológico global, com um histórico de fundar e liderar empresas inovadoras. A xAI, sua empresa de inteligência artificial, desenvolveu o Grok, um modelo de IA. A plataforma X, que Musk adquiriu e renomeou, também está sob sua liderança. Em janeiro de 2026, tanto a xAI quanto a X foram alvo de pedidos de parlamentares e outros grupos para que Apple e Google removessem o Grok de suas lojas de aplicativos. Esses pedidos surgiram em meio a preocupações de que o Grok pudesse gerar conteúdo explícito envolvendo menores. Em resposta, Musk declarou publicamente que não tinha conhecimento de que o Grok estivesse gerando tal tipo de imagem.
Em um contexto diferente, Musk também esteve envolvido em iniciativas governamentais. Ele comandou o Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) durante os primeiros meses da segunda gestão Trump. O DOGE foi criado com o objetivo de poupar gastos e buscar eficiência governamental, mas um levantamento da Public Employees for Environmental Responsibility (Peer) revelou que o programa gastou 10 bilhões de dólares em 2025 ao afastar mais de 154 mil funcionários federais sob regime de licença remunerada. Essa medida gerou críticas por manter funcionários recebendo salários sem trabalhar, contrariando o objetivo inicial de economia e eficiência. A Peer destacou a contradição e a possível violação da Lei de Licença Administrativa, que limita o afastamento remunerado a dez dias úteis por ano. Especialistas apontaram a complexidade das regras e falhas na regulamentação como fatores que dificultam a responsabilização.