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Edson Fachin
Adicionado evento de 12/02/2026 sobre a intimação de Dias Toffoli por Edson Fachin e detalhes do processo de suspeição.
Edson Fachin é um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. Em janeiro de 2026, ocupando a presidência do STF, Fachin manifestou publicamente sua posição de não se omitir em relação a possíveis questionamentos sobre a investigação envolvendo o Banco Master, sob relatoria do ministro Dias Toffoli. Ele enfatizou que agiria se considerasse necessário, independentemente das implicações, e defendeu a adoção de um código de conduta para ministros do STF, além de analisar as razões para os ataques frequentes ao Poder Judiciário. Em fevereiro de 2026, Fachin intimou formalmente o ministro Dias Toffoli a se manifestar sobre novas informações que surgiram da investigação, intensificando o processo de análise de suspeição.
A atuação do ministro Dias Toffoli na relatoria do caso Banco Master tem sido alvo de pedidos de suspeição por parte de partidos e parlamentares. As alegações de impedimento de Toffoli se baseiam em sua proximidade familiar com alguns dos investigados, visto que seus irmãos venderam sua participação em um resort para um fundo ligado ao cunhado de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master e principal investigado. Além disso, surgiram questionamentos sobre viagens de Toffoli em jatinho particular de um empresário e os custos de segurança do STF em viagens para a região do resort frequentado pelo ministro.
Em resposta a essa situação, o ministro Edson Fachin, presidente do STF, declarou em entrevista a O Globo em janeiro de 2026 que não ficaria de “braços cruzados” caso surgissem questionamentos sobre a investigação, afirmando que poderia intervir se necessário. Ele também defendeu a regularidade da atuação jurisdicional durante o recesso e a designação de Toffoli por sorteio aleatório. Fachin também se posicionou a favor de um código de conduta para ministros, argumentando que tal medida fortaleceria a instituição e aumentaria a confiança pública, apesar da resistência de alguns membros da Corte que preferem adiar a discussão para depois do período eleitoral. Ele atribuiu os ataques ao Judiciário a três fatores principais: seu papel de controle sobre os outros Poderes, sua vulnerabilidade como um Poder sem força material própria e sua função de proteger direitos fundamentais e minorias.
Em 12 de fevereiro de 2026, a pressão sobre a relatoria de Toffoli aumentou quando Edson Fachin o intimou a se manifestar sobre um ofício da Polícia Federal que informou ao STF sobre menções ao nome do ministro em informações extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Em nota, Toffoli classificou o pedido como