Economia da Venezuela
Artigo adicionado: "EUA podem suspender mais sanções contra a Venezuela na próxima semana, diz Bessent". Adicionado evento de 11/01/2026 sobre a possibilidade de os EUA suspenderem sanções adicionais contra a Venezuela na próxima semana, conforme declarações do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que também planeja reuniões com o FMI e o Banco Mundial.
A economia da Venezuela é um tema de relevância global, frequentemente associado a impactos em mercados internacionais, como as ações europeias, e a flutuações no preço do petróleo. Sua situação econômica é um fator que pode influenciar a estabilidade de outros mercados e a percepção de risco em investimentos globais. Eventos políticos recentes, como a mudança de liderança, libertações de prisioneiros e a intervenção direta dos Estados Unidos na gestão do petróleo venezuelano, intensificam a incerteza. Sob um novo arranjo, o governo dos EUA passou a intermediar as negociações do petróleo bruto do país, estabelecendo que as receitas sejam depositadas em contas controladas por Washington e destinadas à compra de produtos fabricados nos EUA, como itens agrícolas e médicos. Atualmente, o setor atrai o interesse de grandes petroleiras americanas, que avaliam o retorno ao país em meio a um cenário de alto risco, enquanto os dois governos iniciam diálogos para a reconstrução da infraestrutura energética local. O agravamento da crise política e militar também gerou um impacto humanitário significativo, consolidando os venezuelanos como a principal nacionalidade estrangeira em países vizinhos como o Brasil. Em um desenvolvimento notável dessa cooperação, em 10 de janeiro de 2026, a Venezuela anunciou o retorno de um navio petroleiro, uma operação que o então presidente Donald Trump atribuiu a um "grande acordo energético" entre os dois países. Em 11 de janeiro de 2026, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, indicou a possibilidade de ampliar a retirada de sanções contra a Venezuela, incluindo a liberação de cerca de US$ 5 bilhões em ativos monetários venezuelanos congelados no Fundo Monetário Internacional (FMI). Bessent também mencionou planos de se reunir com o FMI e o Banco Mundial para discutir a retomada das relações com a Venezuela, com a possibilidade de suspensão de sanções adicionais já na próxima semana.
A economia venezuelana tem sido historicamente dependente do petróleo, commodity que desempenha um papel central em suas finanças e na sua relação com o cenário econômico mundial. A presença de empresas estrangeiras no setor passou por grandes transformações nas últimas décadas; enquanto a Chevron manteve operações no país, outras gigantes como Exxon e ConocoPhillips deixaram a Venezuela há quase 20 anos. Mudanças recentes na liderança política, incluindo a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos em operação ordenada pelo presidente Donald Trump e a manutenção de Delcy Rodríguez no poder por decisão do Tribunal Supremo de Justiça, contribuem para a volatilidade nos mercados.
O governo americano anunciou que refinará e venderá até 50 milhões de barris de petróleo bruto venezuelano. Além da comercialização, os EUA e a Venezuela iniciaram conversas para cooperar na reconstrução da infraestrutura de petróleo e gás do país em uma escala moderna. O mercado global de energia tem reagido a esses eventos com altas nos preços do WTI e do Brent, à medida que investidores avaliam os riscos de suprimento global e a possibilidade de uma normalização diplomática que facilite operações industriais de larga escala. Em 10 de janeiro de 2026, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva para proteger as receitas do petróleo venezuelano, depositadas em contas do Tesouro dos EUA, de serem confiscadas por tribunais ou credores. A medida, baseada na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional de 1977 e na Lei de Emergências Nacionais de 1976, visa garantir que esses fundos sejam usados na Venezuela para promover. No mesmo dia, a Venezuela anunciou o retorno de um navio petroleiro, um evento que Donald Trump destacou como resultado de um "grande acordo energético" entre as nações, sinalizando um avanço tangível na cooperação energética bilateral. Em 11 de janeiro de 2026, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, mencionou a avaliação de ampliar a retirada de sanções contra a Venezuela, com a possível liberação de aproximadamente US$ 5 bilhões em ativos monetários venezuelanos que estão congelados no Fundo Monetário Internacional (FMI). Bessent também afirmou que planeja se reunir com o FMI e o Banco Mundial para tratar da retomada de relações com a Venezuela, e que a suspensão de sanções adicionais pode ocorrer já na próxima semana.