Home / Tópicos / Donald Trump / Revisões
Donald Trump
Adicionado evento de 08/02/2026 sobre as declarações de Donald Trump acerca da fraude eleitoral e sua proposta de "Lei para Salvar a América", incluindo o contexto do vídeo controverso.
Donald Trump é um empresário, personalidade televisiva e político americano que serviu como 45º Presidente dos Estados Unidos. Recentemente, como presidente, ele anunciou planos para uma nova classe de navios de guerra da Marinha dos EUA batizada em sua homenagem, esteve envolvido na divulgação de arquivos relacionados ao caso Jeffrey Epstein e se reuniu com o presidente ucraniano Volodimir Zelensky para discutir garantias de segurança e um possível acordo de paz para a Ucrânia. Sua administração tem focado em questões de defesa, criticando a indústria por atrasos e estouros de orçamento, e tem enfrentado pressão sobre a transparência dos documentos de Epstein, além de se engajar em diplomacia internacional para resolver conflitos. Trump também expressou sua posição sobre a permanência da Venezuela na Opep, questionando os benefícios para os EUA, mas sem discutir o assunto diretamente com o país membro. Mais recentemente, ele afastou a possibilidade de uma ação militar contra o Irã, citando a diminuição de mortes em protestos no país, o que teve um impacto positivo nos mercados globais. Em relação à política doméstica, sua administração tem intensificado as operações de imigração, resultando em protestos e confrontos, e Trump declarou que instaurará um 'ato de insurreição' caso os protestos persistam em Minnesota. O governo Trump também tem adotado uma postura rigorosa contra a imigração ilegal, emitindo ameaças diretas em português a imigrantes, alertando que serão presos e deportados caso venham aos EUA para "roubar os americanos". Em relação à política externa, o governo Trump conseguiu barrar uma resolução do Senado que visava limitar suas ações militares na Venezuela sem autorização do Congresso, reforçando a prerrogativa presidencial sobre tais decisões. Ele também se encontrou com a líder opositora venezuelana María Corina Machado na Casa Branca, onde ela afirmou ter-lhe entregado uma medalha do Nobel da Paz, embora o Instituto Nobel tenha declarado que o prêmio é intransferível. O gesto de Machado gerou uma forte reação na Noruega, com acadêmicos e políticos classificando-o como "constrangedor" e "patético", e afirmando que desrespeita a honra do prêmio. A medalha, entregue por Machado, foi em gratidão pela liderança de Trump na promoção da paz por meio da força. Além disso, Trump é cotado para liderar o proposto "Conselho da Paz", um órgão internacional com poderes concentrados em seu presidente, que prevê uma cobrança de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados. Em janeiro de 2026, com as eleições de meio de mandato se aproximando, Trump e o Partido Republicano enfrentam um cenário político desafiador, com pesquisas indicando vantagem para os democratas e insatisfação dos eleitores com sua gestão e a economia. A possibilidade de uma Câmara liderada pelos democratas intensificaria as investigações sobre seu governo e poderia levar a um impeachment. Em fevereiro de 2026, Trump voltou a afirmar que as eleições americanas são "fraudadas" e defendeu a aprovação de uma "Lei para Salvar a América" para reformar o sistema eleitoral, incluindo a exigência de identificação e comprovação de cidadania para votar, e a restrição do voto por correio. Essas declarações vieram após a repercussão negativa de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020 que ele compartilhou.
Donald Trump tem um histórico de envolvimento com figuras proeminentes, incluindo Jeffrey Epstein, com quem foi amigo entre as décadas de 1990 e início dos anos 2000. Durante sua presidência, a questão dos arquivos de Epstein ganhou destaque, especialmente após a aprovação de uma lei que obrigava a divulgação de informações da investigação. Trump também tem sido um crítico vocal da indústria de defesa, buscando reformas para tornar a produção de equipamentos militares mais eficiente. Mais recentemente, sua administração tem se dedicado a esforços diplomáticos, como as negociações com a Ucrânia para oferecer garantias de segurança e buscar um fim para o conflito com a Rússia. Além disso, Trump tem demonstrado opiniões sobre políticas econômicas internacionais, como sua posição em relação à participação de países como a Venezuela em organizações como a Opep. Sua postura em relação a conflitos internacionais, como a decisão de afastar uma ação militar contra o Irã, também tem sido um fator de influência nos mercados globais, aliviando tensões geopolíticas. No âmbito doméstico, a administração Trump tem intensificado as operações de fiscalização de imigração, especialmente em grandes cidades americanas, o que tem gerado controvérsia e protestos, como os ocorridos em Minneapolis após incidentes envolvendo agentes do ICE. A resposta de Trump a esses protestos, incluindo a ameaça de invocar um 'ato de insurreição', reflete sua postura linha-dura em questões de segurança e ordem pública. A administração também tem utilizado uma comunicação direta e assertiva, como as ameaças emitidas em português a imigrantes, reforçando sua política de imigração rigorosa e o foco na deportação de quem for considerado uma ameaça. No que diz respeito à política externa e ao uso da força militar, o governo Trump tem defendido a prerrogativa do executivo, como demonstrado ao barrar uma resolução do Senado que tentava restringir ações militares na Venezuela. A administração argumenta que certas operações, como a busca por Nicolás Maduro, são de natureza judicial e não militar, e que não há planos atuais para mobilizar tropas na Venezuela sem consulta ao Congresso. Seu recente encontro com a líder opositora venezuelana María Corina Machado na Casa Branca, onde ela ofereceu uma medalha do Nobel da Paz como um gesto de gratidão pela remoção de Nicolás Maduro, indica um engajamento direto com a oposição venezuelana. A medalha foi entregue em reconhecimento à "extraordinária liderança na promoção da paz por meio da força". No entanto, o Instituto Nobel da Noruega esclareceu que o Prêmio Nobel da Paz é intransferível e não pode ser revogado, uma posição que foi reiterada após a oferta de Machado. O gesto de Machado gerou uma reação negativa na Noruega, com acadêmicos e políticos expressando constrangimento e considerando a ação "patética" e um desrespeito à honra do prêmio. Em um desenvolvimento recente, Donald Trump foi mencionado como um possível líder para o "Conselho da Paz", uma nova iniciativa internacional que visa promover a paz global. Este conselho, cujo rascunho de estatuto prevê uma taxa de US$ 1 bilhão por vaga para seus membros e mandatos diferenciados, concentraria poderes na figura de seu presidente, posição para a qual Trump é cotado. O presidente brasileiro Lula também foi convidado a participar deste conselho. Em 2026, com as eleições de meio de mandato se aproximando, a administração Trump enfrenta desafios significativos, incluindo a insatisfação dos eleitores com a economia e a gestão do presidente, e a possibilidade de uma Câmara dos Deputados controlada pelos democratas, o que poderia levar a investigações intensificadas e até mesmo a um processo de impeachment. Os democratas buscam capitalizar essa insatisfação focando na acessibilidade financeira e criticando as políticas republicanas de saúde e tarifas. Trump, por sua vez, também propõe sua própria agenda de acessibilidade financeira e os republicanos esperam um impulso com os reembolsos fiscais maiores decorrentes de sua legislação tributária. Em fevereiro de 2026, Trump intensificou suas críticas ao sistema eleitoral americano, classificando-o como "fraudado" e "roubado", e propôs uma "Lei para Salvar a América" para implementar reformas como a exigência de identificação e comprovação de cidadania para votar, e a restrição do voto por correio. Essas declarações surgiram após a controvérsia gerada pela publicação de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020, que incluía imagens ofensivas de Barack e Michelle Obama.
Os democratas da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos iniciaram 2026 com um cenário político favorável para as eleições de meio de mandato. Pesquisas de opinião, incluindo uma do New York Times e da Universidade de Siena divulgada em janeiro, indicaram uma desaprovação majoritária dos eleitores à gestão de Donald Trump e à forma como ele lidou com a economia. Menos de um terço dos entrevistados acreditava que o país estava em melhor situação do que quando Trump assumiu o cargo, há um ano. Essa insatisfação, combinada com um histórico de vitórias da oposição em eleições de meio de mandato, fortaleceu a posição democrata.
Uma Câmara dos Deputados liderada pelos democratas poderia diluir o poder de Trump, forçando-o a depender mais de decretos presidenciais. Além disso, intensificaria as investigações sobre seu governo e poderia levar a um processo de impeachment, embora a chance de o Senado votar por sua destituição seja considerada baixa. O Cook Political Report, uma organização apartidária, apontou uma mudança no resultado de 18 disputas para a Câmara em favor dos democratas, elevando o número de cadeiras consideradas redutos democratas para 189, contra 186 para os republicanos, sendo necessárias 218 cadeiras para a maioria.
A estratégia democrata para as eleições foca na acessibilidade financeira, criticando a oposição republicana à prorrogação dos subsídios de saúde do Obamacare, que elevam os custos para mais de 20 milhões de pessoas, e aos cortes no Medicaid. Eles também criticam o regime tarifário de Trump, argumentando que os consumidores arcam com os impostos mais altos. O líder democrata na Câmara, Hakeem Jeffries, afirmou que "o governo Trump foi um completo desastre para a economia".
Donald Trump e os republicanos, por sua vez, também apresentaram uma agenda de acessibilidade financeira. Trump propôs políticas como a proibição de investidores institucionais comprarem imóveis para aluguel e um teto para as taxas de juros de cartões de crédito. Os republicanos esperam um impulso com os reembolsos fiscais maiores que muitos americanos receberão devido ao projeto de lei tributária e de gastos de Trump, promulgado no ano anterior. O presidente da Câmara, Mike Johnson, defendeu que "as políticas republicanas estão funcionando para o povo".
Apesar de a confiança do consumidor nos EUA ter subido em janeiro de 2026 para o nível mais alto em cinco meses, a percepção geral dos eleitores sobre a economia permaneceu pessimista. A inflação, embora abaixo do pico de 2022, ainda preocupa, com aumentos nos preços de alimentos e seguros residenciais. O mercado de trabalho esfriou e os salários, embora em alta, não crescem tão rapidamente quanto antes. Analistas sugerem que a percepção da economia importa mais do que os dados econômicos reais neste momento, o que favorece os democratas. O Partido Republicano, no entanto, provavelmente manterá o controle do Senado devido a um mapa eleitoral favorável e conta com um robusto caixa de campanha, auxiliado pela MAGA Inc. de Trump, que acumulou cerca de US$ 294 milhões.
Em fevereiro de 2026, Donald Trump intensificou suas declarações sobre a integridade eleitoral, afirmando em sua rede Truth Social que as eleições americanas são "fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo". Ele pediu o apoio de parlamentares republicanos para a aprovação de uma "Lei para Salvar a América", que propõe três pontos centrais: exigência de apresentação de documento de identificação por todos os eleitores; comprovação de cidadania americana no momento do registro para votar; e proibição do voto por correio, com exceções apenas para casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagem. Essas declarações ocorreram após a repercussão negativa da publicação de um vídeo com teorias da conspiração sobre denúncias de fraude nas eleições de 2020, que mostrava o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama em corpos de macacos.