Cuba enfrenta uma severa crise econômica, agravada pela pandemia, embargo dos EUA e problemas estruturais, levando o governo a anunciar em novembro de 2025 medidas para atrair capital estrangeiro, flexibilizar investimentos e simplificar aprovações. O objetivo é gerar divisas, aumentar a produção e substituir importações, especialmente diante da crise de combustível que já impactou setores como a produção de níquel e cobalto. Apesar de esforços anteriores para atrair investimentos, a burocracia e as sanções americanas limitaram os resultados, intensificando a necessidade de reformas econômicas urgentes.
Cuba enfrenta uma profunda crise econômica agravada pela pandemia de Covid-19, embargo dos EUA e problemas estruturais. O governo anunciou, em novembro de 2025, medidas para abrir a economia ao capital estrangeiro, facilitando investimentos, simplificando aprovações e flexibilizando contratações. O objetivo é gerar divisas, aumentar produção, expandir exportações e substituir importações de alimentos e combustíveis. A crise de combustível, em particular, tem impactado setores chave, levando à suspensão de operações de empresas estrangeiras, como a Sherritt International Corp. na produção de níquel e cobalto.
A economia cubana sofre com deterioração de infraestrutura, apagões frequentes e dependência de importações. Há mais de uma década, Cuba busca atrair investimentos estrangeiros. Em 2013, criou a Zona Especial de Desenvolvimento de Mariel com incentivos alfandegários e tributários. Em 2014, aprovou nova lei de investimento estrangeiro. No entanto, burocracia, sanções dos EUA e aprovações lentas limitaram resultados. Recentemente, o país dolarizou partes da economia, incluindo varejo e turismo, para obter divisas. A crise econômica se intensificou após a prisão de Nicolás Maduro, da Venezuela, um aliado que fornecia apoio vital através de remessas de petróleo, e alertas do presidente dos EUA, Donald Trump, de que "Cuba entrará em colapso muito em breve".