Captura de Nicolás Maduro pelos EUA
Adicionado evento de 28/01/2026 sobre o depoimento de Marco Rubio ao Senado, incluindo detalhes sobre tentativas prévias de negociação com Maduro, a distribuição de recursos da venda de petróleo, e advertências a Delcy Rodríguez.
A Captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos refere-se a uma operação militar realizada em 3 de janeiro de 2026, na qual forças militares americanas atacaram Caracas, capital da Venezuela, e prenderam o então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A ação, ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, resultou na transferão de Maduro para Nova York, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo. O governo venezuelano estima que os ataques resultaram em cerca de 100 mortes, incluindo civis. O evento gerou uma crise diplomática global, com os EUA declarando a intenão de "administrar" a Venezuela interinamente para extrair recursos energéticos, enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a presidéncia interina por 90 dias com apoio das Forças Armadas. A operação foi o resultado de meses de planejamento de inteligência e táticas militares avançadas, incluindo a desativação da rede elétrica de Caracas e o uso de cerca de 150 aeronaves. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, revelou posteriormente que o governo Trump tentou "diversas tentativas" para que Maduro deixasse o poder voluntariamente antes da intervenção militar, mas sem sucesso.
A operação de captura foi o ápice de meses de escalada. Em agosto de 2025, os EUA dobraram para US$ 50 milhões a recompensa por Maduro, acusado de chefiar o Cartel de los Soles. Nos meses seguintes, militares americanos atacaram mais de 30 embarcações no Caribe e Pacífico sob justificativa de combate ao narcotráfico. A inteligência americana, incluindo a CIA, enviou agentes infiltrados à Venezuela em agosto de 2025 para identificar alvos e recrutar fontes, operando em uma "zona restrita" devido à ausência de embaixada. Uma fonte governamental próxima a Maduro forneceu informações cruciais sobre seu paradeiro. O secretário de Estado Marco Rubio confirmou que, antes da operação militar, o governo Trump fez "diversas tentativas" para que Maduro deixasse a Venezuela voluntariamente, mas sem sucesso, pois "ele não é alguém com quem se possa fazer um acordo”.
A "Operação Resolução Absoluta" iniciou-se às 2h local de 3 de janeiro de 2026 com explosões em Caracas e bombardeios a áreas civis e militares. A missão, que envolveu cerca de 150 aeronaves, foi caracterizada por sua escala, velocidade e sucesso, com helicópteros chegando a apenas 30 metros do solo para alcançar o complexo de Maduro, o Forte Tiuna. Acredita-se que o Comando Cibernético dos EUA desativou a rede elétrica de Caracas para facilitar a incursão noturna, e tecnologias de guerra eletrônica foram usadas para anular defesas aéreas. Maduro e Flores foram levados ao USS Iwo Jima e depois para uma penitenciária em Nova York. Trump designou um grupo para administrar a Venezuela, composto por Marco Rubio (Estado), Pete Hegseth (Defesa), Stephen Miller (Casa Branca) e JD Vance (Vice-presidente), reservando para si a palavra final. Em 8 de janeiro, Trump revelou que a Venezuela concordou em entregar 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, cujos recursos serão geridos por Washington para a compra compulsória de produtos americanos. Analistas da CIA conduziram uma avaliação confidencial antes da operação, concluindo que trabalhar com elementos do regime vigente, como Delcy Rodríguez, ofereceria maior estabilidade, levando a contatos secretos com membros do regime de Maduro antes da operação. Em 28 de janeiro, Marco Rubio informou que os EUA dividiram US$ 500 milhões da primeira venda de petróleo venezuelano após a prisão de Maduro, com US$ 300 milhões enviados para o governo da Venezuela e US$ 200 milhões retidos em uma conta.
Após a captura, a repressão estatal intensificou-se sob o comando de Diosdado Cabello (Interior), que controla a polícia e milícias armadas. No Forte Tiuna, guarda-costas cubanos, que fornecem amplo apoio de segurança ao regime, ofereceram resistência às forças americanas, resultando na morte de 32 cidadãos cubanos. A ineficácia de sua defesa levantou questões sobre uma possível facilitação da missão por elementos do regime. Em 5 de janeiro, Delcy Rodríguez ordenou a busca nacional por apoiadores do ataque americano. Relatos indicam que forças de segurança revistam celulares em ônibus e postos de controle. Até 7 de janeiro, pelo menos 14 jornalistas e seis cidadãos foram detidos, incluindo dois idosos presos por comemorarem a queda de Maduro. Embora Jorge Rodríguez tenha anunciado uma libertação em massa de prisioneiros em 8 de janeiro, ONGs como o Foro Penal denunciaram que apenas 11 pessoas foram efetivamente soltas. Em 28 de janeiro, Marco Rubio alertou que a presidente interina Delcy Rodríguez poderá ter o mesmo destino de Maduro caso não coopere com Washington, exigindo que ela beneficie empresas petrolíferas americanas e corte laços com China, Rússia e Irã.
A operação foi precedida por meses de planejamento e coleta de informações. Em agosto de 2025, uma equipe de agentes infiltrados da CIA foi enviada à Venezuela, operando em uma "zona restrita" sem cobertura diplomática. O objetivo era identificar alvos e recrutar indivíduos para assistência. Uma fonte "governamental" muito próxima a Maduro forneceu informações detalhadas sobre seu paradeiro, consideradas cruciais para a operação. A identidade dessa fonte permanece protegida. A inteligência humana foi combinada com informações técnicas, como mapas e imagens de satélite, para planejar a missão. A escala, velocidade e sucesso da operação foram notáveis, com cerca de 150 aeronaves participando. O Comando Cibernético dos EUA é creditado por desativar as luzes em Caracas, possivelmente infiltrando-se nas redes venezuelanas para desligar a rede elétrica. O Comando Espacial dos EUA também contribuiu, criando uma "rota" para a entrada indetectável das forças especiais. Drones também foram utilizados. A falha das defesas aéreas chinesas e russas sugere o uso de tecnologias avançadas de interferência ou guerra eletrônica. Marco Rubio, em depoimento ao Senado em 28 de janeiro de 2026, defendeu a operação, afirmando que os EUA "prenderam dois narcotraficantes" e que Maduro era um "narcotraficante indiciado, não um chefe de Estado legítimo".
Uma pesquisa da AtlasIntel, divulgada em 14 de janeiro de 2026, indicou que 57,7% dos venezuelanos entrevistados aprovam a intervenção militar de Trump no país. O estudo avaliou a percepção de habitantes da América Latina sobre a ação militar e reflete o sentimento da população venezuelana em relação à crise política e social. Em 28 de janeiro de 2026, Marco Rubio, em depoimento ao Senado, defendeu a legalidade da operação e a chamou de um sucesso com baixo custo humano para os EUA, apesar das mais de 100 mortes venezuelanas e cubanas relatadas.