Captura de Nicolás Maduro pelos EUA
Adicionada informação sobre as 100 mortes estimadas na operação de 03/01/2026, detalhes do acordo de 50 milhões de barris de petróleo, composição do comitê de administração dos EUA, dados sobre prisões de jornalistas e análise da estrutura de poder chavista (Delcy vs. Cabello).
A Captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos refere-se a uma operação militar realizada em 3 de janeiro de 2026, na qual forças militares americanas atacaram Caracas, capital da Venezuela, e prenderam o então presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. A ação, ordenada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, resultou na transferão de Maduro para Nova York, onde enfrenta acusações de narcoterrorismo. O governo venezuelano estima que os ataques resultaram em cerca de 100 mortes, incluindo civis. O evento gerou uma crise diplomática global, com os EUA declarando a intenão de "administrar" a Venezuela interinamente para extrair recursos energéticos, enquanto a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu a presidéncia interina por 90 dias com apoio das Forças Armadas.
A operação de captura foi o ápice de meses de escalada. Em agosto de 2025, os EUA dobraram para US$ 50 milhões a recompensa por Maduro, acusado de chefiar o Cartel de los Soles. Nos meses seguintes, militares americanos atacaram mais de 30 embarcações no Caribe e Pacífico sob justificativa de combate ao narcotráfico.
A "Operação Resolução Absoluta" iniciou-se às 2h local de 3 de janeiro de 2026 com explosões em Caracas e bombardeios a áreas civis e militares. Maduro e Flores foram levados ao USS Iwo Jima e depois para uma penitenciária em Nova York. Trump designou um grupo para administrar a Venezuela, composto por Marco Rubio (Estado), Pete Hegseth (Defesa), Stephen Miller (Casa Branca) e JD Vance (Vice-presidente), reservando para si a palavra final. Em 8 de janeiro, Trump revelou que a Venezuela concordou em entregar 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, cujos recursos serão geridos por Washington para a compra compulsória de produtos americanos.
Após a captura, a repressão estatal intensificou-se sob o comando de Diosdado Cabello (Interior), que controla a polícia e milícias armadas. Em 5 de janeiro, Delcy Rodríguez ordenou a busca nacional por apoiadores do ataque americano. Relatos indicam que forças de segurança revistam celulares em ônibus e postos de controle. Até 7 de janeiro, pelo menos 14 jornalistas e seis cidadãos foram detidos, incluindo dois idosos presos por comemorarem a queda de Maduro. Embora Jorge Rodríguez tenha anunciado uma libertação em massa de prisioneiros em 8 de janeiro, ONGs como o Foro Penal denunciaram que apenas 11 pessoas foram efetivamente soltas.