Captura de Navios Petroleiros pelos EUA
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A Captura de Navios Petroleiros pelos EUA refere-se a uma série de interceptações de embarcações ligadas à Venezuela, realizadas pelas forças americanas no Caribe e Atlântico Norte, como parte de um plano de "quarentena" para estabilizar o país após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026. O objetivo é apreender entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo, vendê-los no mercado internacional e controlar a distribuição dos recursos para beneficiar a população, evitando corrupção. Essas ações escalaram tensões com a Rússia e integram as três fases do plano americano: estabilização, recuperação econômica e transição de poder.
As capturas ocorrem no contexto da intervenção militar dos EUA na Venezuela, iniciada com a operação em Caracas que prendeu Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores em 3 de janeiro de 2026, resultando em cerca de 100 mortes segundo o governo venezuelano. Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina por 90 dias, prorrogáveis, por ordem da Suprema Corte chavista. O secretário de Estado Marco Rubio divulgou o plano em 7 de janeiro, destacando a quarentena marítima para bloquear o petróleo venezuelano sancionado. As apreensões visam petroleiros navegando sob bandeiras falsas ou ligadas a Caracas, com o bloqueio total imposto por Donald Trump em dezembro de 2025. A Rússia repudiou as ações como violação do direito marítimo. Trump cancelou uma segunda onda de ataques devido à cooperação venezuelana, como libertações de prisioneiros políticos.