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Barack Obama
Adicionado evento de 25/01/2026 sobre a condenação de Barack e Michelle Obama às ações do ICE em Minneapolis, a crítica ao governo Trump e a menção às mortes de Alex Pretti e Renee Good.
Barack Hussein Obama II (nascido em 4 de agosto de 1961) é um político e advogado americano que serviu como o 44º presidente dos Estados Unidos de 2009 a 2017. Ele foi o primeiro presidente afro-americano na história dos EUA. Membro do Partido Democrata, Obama também atuou como senador estadual por Illinois de 1997 a 2004 e como senador dos Estados Unidos por Illinois de 2005 a 2008. Sua presidência foi marcada por importantes reformas na saúde, a retirada de tropas do Iraque, a morte de Osama bin Laden e a normalização das relações diplomáticas com Cuba. Após sua presidência, Obama continuou a ser uma voz influente em questões políticas e sociais, frequentemente comentando sobre eventos atuais e defendendo os valores democráticos.
Barack Obama nasceu em Honolulu, Havaí. Seu pai, Barack Obama Sr., era um estudante queniano, e sua mãe, Ann Dunham, era uma antropóloga americana. Eles se divorciaram em 1964. Obama passou parte de sua infância no Havaí e em Jacarta, Indonésia, antes de retornar ao Havaí para viver com seus avós. Ele frequentou a Occidental College, graduou-se na Universidade Columbia e obteve seu diploma de direito na Universidade Harvard. Após a faculdade de direito, trabalhou como advogado e organizador comunitário em Chicago.
Sua carreira política começou no Senado estadual de Illinois, onde atuou de 1997 a 2004. Em 2004, ele foi eleito para o Senado dos EUA, ganhando destaque nacional com um discurso inspirador na Convenção Nacional Democrata. Em 2008, Obama lançou sua campanha presidencial, derrotando a então senadora Hillary Clinton nas primárias democratas e, posteriormente, o candidato republicano John McCain nas eleições gerais, tornando-se o primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos. Ele foi reeleito em 2012, superando Mitt Romney.
Durante sua presidência, Obama enfrentou a Grande Recessão, implementou a Lei de Proteção ao Paciente e Cuidados Acessíveis (Affordable Care Act, conhecido como "Obamacare"), que reformou o sistema de saúde americano. Ele também supervisionou o fim da participação dos EUA na Guerra do Iraque, a operação que resultou na morte de Osama bin Laden e o estabelecimento de relações diplomáticas com Cuba após décadas de interrupção. Em seu segundo mandato, os EUA aderiram ao Acordo de Paris sobre mudanças climáticas e a Suprema Corte legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.
Desde que deixou a Casa Branca, Obama tem se mantido ativo em questões de política pública e engajamento cívico. Ele e a ex-primeira-dama Michelle Obama fundaram a Fundação Obama, que se concentra em liderança cívica e empoderamento comunitário. Obama também tem sido um comentarista frequente sobre eventos nacionais e globais, utilizando sua plataforma para defender os princípios democráticos e a justiça social. Por exemplo, em 25 de janeiro de 2026, Barack e Michelle Obama emitiram uma declaração conjunta condenando o assassinato de Alex Pretti, um cidadão americano, por agentes federais em Minneapolis. Eles expressaram que o incidente era um alerta de que os valores americanos estavam sob ataque e criticaram as táticas de intimidação de agentes federais, pedindo que as autoridades atuassem de forma legal e responsável, em colaboração com os governos locais. A declaração também criticou o governo atual por agravar a situação e oferecer explicações sem investigações sérias, incentivando os americanos a se manifestarem contra a injustiça. No mesmo dia, 25 de janeiro de 2026, o casal Obama condenou novamente a morte de um cidadão americano por agentes federais do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) em Minneapolis, classificando-a como "trágica" e uma afronta aos "valores americanos". Eles também criticaram o governo Trump por "escalar a situação" e apontaram que as explicações oficiais para as mortes de Alex Pretti e Renee Good eram contraditadas por evidências em vídeo. O comunicado, divulgado no X, foi republicado pelo ex-premiê italiano Paolo Gentiloni, reforçando a repercussão internacional da declaração.