Assassinato Marielle Franco
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O assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, e de seu motorista, Anderson Gomes, ocorreu em 14 de março de 2018. O caso gerou grande repercussão nacional e internacional, tornando-se um símbolo da violência política no Brasil e da luta por justiça. A investigação sobre os mandantes do crime tem sido longa e complexa, com diversas fases e prisões.
Marielle Franco, socióloga e ativista dos direitos humanos, foi eleita vereadora pelo PSOL em 2016, tornando-se uma voz proeminente na defesa de minorias e na denúncia da violência policial no Rio de Janeiro. Seu assassinato, ocorrido no bairro do Estácio, na região central do Rio, levantou imediatamente suspeitas de motivação política. As investigações iniciais levaram à prisão de Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, acusados de serem os executores do crime. Posteriormente, as apurações avançaram para identificar os mandantes. Em janeiro de 2026, a prisão preventiva de Domingos Brazão foi mantida, sob a acusação de ser um dos mandantes do assassinato. Brazão também é investigado por organização criminosa armada, juntamente com seu irmão.