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André Ventura
Adicionado evento de 20-21/01/2026 sobre pesquisa de segundo turno e atualizadas as seções 'Visão geral' e 'Contexto histórico e desenvolvimento' com os resultados da pesquisa.
André Ventura é um político português, líder do partido de extrema-direita Chega. Em janeiro de 2026, Ventura foi candidato à presidência de Portugal, liderando as pesquisas de intenção de voto com 24%, embora também apresentasse a maior taxa de rejeição entre os principais concorrentes, cerca de 60%. Sua candidatura e o avanço do Chega representam uma mudança no cenário político português, tradicionalmente polarizado entre socialistas e sociais-democratas. Após o primeiro turno das eleições presidenciais, André Ventura avançou para o segundo turno, que ocorrerá em 8 de fevereiro de 2026, disputando a presidência com António José Seguro, da centro-esquerda. No primeiro turno, Ventura obteve 23,49% dos votos em Portugal, enquanto entre os eleitores portugueses no Brasil, ele liderou com 48,81% dos votos. Esta é a primeira vez em quatro décadas que uma eleição presidencial em Portugal será decidida em segundo turno. Uma pesquisa realizada entre 20 e 21 de janeiro de 2026, pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica, indicou que António José Seguro venceria o segundo turno com 70% das intenções de voto, contra 30% para André Ventura. Este resultado, se confirmado, poderia igualar o recorde de Mário Soares em reeleições presidenciais.
André Ventura emergiu como uma figura proeminente na política portuguesa através do partido Chega, que se tornou a segunda maior força política do país nas eleições parlamentares anteriores a 2026. A sua candidatura à presidência em 2026 ocorreu em um contexto de instabilidade política em Portugal, com a eleição sendo convocada após o então presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, ser impedido pela Constituição de concorrer a um terceiro mandato consecutivo. A disputa presidencial de 2026 foi marcada por uma fragmentação inédita do eleitorado, com Ventura liderando as sondagens, o que, segundo analistas, já representaria uma vitória política para ele e para o Chega, ampliando o poder de negociação do partido. O resultado do primeiro turno das eleições confirmou a polarização política, com Ventura e António José Seguro avançando para o segundo turno, refletindo a disputa entre a centro-esquerda e os movimentos populistas. António José Seguro liderou o primeiro turno com 31,13% dos votos, enquanto Ventura ficou em segundo com 23,49%. Após o resultado, Ventura afirmou estar pronto para o desafio final, criticando o adversário por defender "mais impostos para distribuir mais subsídios, quer continuar a sufocar as empresas com mais burocracia, quer mais imigração descontrolada, quer mais descontrolo na nossa Justiça". A ida para o segundo turno, que não ocorria há 40 anos em eleições presidenciais portuguesas, reforça o acirramento da disputa. No entanto, uma pesquisa de 20 a 21 de janeiro de 2026, divulgada pelo jornal Público e realizada pelo Cesop da Universidade Católica, apontou uma vantagem consolidada para Seguro no segundo turno, com 70% das intenções de voto contra 30% de Ventura, indicando uma inclinação clara da maioria do eleitorado.