Donald Trump indicou Erica Schwartz, médica e defensora da vacinação, para liderar o CDC, sinalizando uma possível mudança na postura da Casa Branca em relação ao ceticismo vacinal de Robert F. Kennedy Jr.

Donald Trump indicou Erica Schwartz, médica e defensora da vacinação, para liderar os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). A nomeação de Schwartz, que já foi vice-cirurgiã-geral e possui alta qualificação em engenharia biomédica, medicina, saúde pública e direito, sinaliza uma possível mudança na postura da Casa Branca em relação ao ceticismo vacinal do secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr. Schwartz é uma oficial da Marinha e contra-almirante aposentada, conhecida por sua firmeza e por não se deixar levar por teorias da conspiração. Trump também anunciou outros nomes para a liderança do CDC, incluindo Sean Slovenski, Jennifer Shuford e Sara Brenner.
A agência CDC passou por um período de instabilidade, com demissões, um ataque a tiros e trocas frequentes de diretores, muitos alinhados ao ceticismo de Kennedy. Kennedy e seus aliados tentaram alterar o calendário de vacinação infantil, mas foram impedidos por uma decisão judicial. Em uma audiência de três horas no Congresso dos EUA, Kennedy desviou o foco das vacinas para outros tópicos de saúde pública, enfrentando questionamentos intensos de democratas sobre sua política de vacinas e cortes de pessoal em agências federais de saúde. Ele defendeu algumas de suas ações controversas, embora tenha admitido que a vacina contra o sarampo poderia ter salvado uma vida no Texas. A administração Trump elevou Chris Klomp para supervisionar Kennedy, focando em questões como preços de medicamentos, e a relação de Kennedy com o Congresso e a administração é tensa, com senadores expressando preocupações.
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