O diretor-presidente da ANS, Wadih Damous, propõe a superação do modelo reativo de assistência à saúde no Brasil, priorizando a prevenção e promoção da saúde para gerar valor e reduzir custos.
O diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, defendeu a implementação de um novo modelo de assistência à saúde no Brasil, que priorize a prevenção e a promoção da saúde em detrimento do atual foco no tratamento de doenças. Damous propõe um diálogo amplo com o setor para construir um sistema que gere valor em saúde e barateie custos, enfatizando a necessidade de letramento em saúde para que os beneficiários tomem decisões conscientes e as operadoras participem ativamente.
Entre os pontos abordados, Damous destacou o crescimento do câncer, que deve se tornar a doença de maior incidência no país até 2029, superando as doenças cardiovasculares. Ele ressaltou a importância da detecção precoce e mencionou a nova lei que prevê informações sobre vacinação e cânceres nas empresas como um avanço. A ANS também manifestou apoio ao fim da escala de trabalho 6x1, visando a melhoria da saúde mental e da qualidade de vida dos trabalhadores.
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