Pedro Parente, ex-presidente da Petrobras, propôs o fechamento de capital da estatal como medida para blindá-la de interferências políticas e garantir sua sustentabilidade financeira.
Pedro Parente, ex-presidente da Petrobras, propôs o fechamento de capital da empresa como uma solução para protegê-la de interferências políticas e assegurar sua sustentabilidade financeira. Parente citou a Noruega como um modelo de estatal petrolífera que opera sem intromissão política, destacando a importância de uma gestão focada em resultados de mercado. Ele argumentou que a privatização da Refinaria Mataripe para um fundo estrangeiro reforça a necessidade de a Petrobras operar com preços de mercado.
Durante sua gestão, Parente foi responsável por resgatar a Petrobras de uma dívida de US$ 125 bilhões em 2016, implementando uma gestão econômica rigorosa e eliminando indicações políticas. A Política de Preços de Paridade de Importação (PPI) foi um pilar fundamental para a recuperação da empresa nesse período. O executivo também criticou a falta de planejamento estratégico e a gestão reativa do governo federal brasileiro, apontando a ausência de uma visão de país e a má alocação de recursos como riscos sistêmicos para o Brasil.
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