Chefe da IEA alerta que perdas de abril serão o dobro de março; crise supera choques de 1973 e 1979 combinados.
O chefe da IEA, Fatih Birol, declarou que a crise atual é a maior disrupção energética da história, com perda de 12 milhões de barris por dia — mais do que as crises do petróleo de 1973 e 1979 combinadas. As perdas de abril devem ser o dobro de março, já que os navios que transitaram o Estreito de Ormuz antes da guerra foram esgotados.
O Brent subiu mais de 60% em março, a maior alta mensal desde que os registros começaram nos anos 1980. Jet fuel e diesel são as maiores carências, já afetando a Ásia, com impacto esperado na Europa em abril ou início de maio. A IEA avalia nova liberação de reservas estratégicas após o recorde de 400 milhões de barris em março.
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