Em evento conservador nos EUA, Flávio Bolsonaro se autodenominou "Bolsonaro 2.0" e atacou a "agenda woke", o "ambientalismo radical" e as "elites globais", defendendo seu pai e criticando o governo Lula.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) nos Estados Unidos, onde se autodenominou "Bolsonaro 2.0". Durante seu discurso, ele criticou a "agenda woke", o "ambientalismo radical" e as "elites globais", defendendo seu pai, Jair Bolsonaro. O senador afirmou que seu pai lutou contra a "tirania da Covid", cartéis de drogas e interesses de uma elite global, comparando a situação legal de Bolsonaro à de Donald Trump, alegando que ambos são perseguidos por defenderem valores conservadores.
Flávio Bolsonaro também acusou as mesmas pessoas que, segundo ele, prenderam seu pai, de terem libertado Lula e o recolocado na presidência, com suposta interferência da administração Biden. Ele criticou o presidente Lula, chamando-o de antiamericano e acusando-o de minar o dólar e se aliar à China. O senador ainda abordou a questão dos minerais críticos, sugerindo que o Brasil pode ser a solução para a dependência dos EUA em relação à China neste setor.
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