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Flávio Bolsonaro se declara "Bolsonaro 2.0" e critica "agenda woke" nos EUA

Em evento conservador nos EUA, Flávio Bolsonaro se autodenominou "Bolsonaro 2.0" e atacou a "agenda woke", o "ambientalismo radical" e as "elites globais", defendendo seu pai e criticando o governo Lula.

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Foto: InfoMoney
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28/03 às 19:01

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) nos EUA.
  • Ele se apresentou como "Bolsonaro 2.0" e criticou a "agenda woke", o "ambientalismo radical" e as "elites globais".
  • O senador defendeu Jair Bolsonaro, comparando sua situação legal à de Donald Trump, alegando perseguição por valores conservadores.
  • Flávio Bolsonaro acusou a administração Biden de interferir na política brasileira, resultando na libertação de Lula e sua volta à presidência.
  • Ele sugeriu que o Brasil pode ser uma solução para a dependência dos EUA em relação à China em minerais críticos.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) nos Estados Unidos, onde se autodenominou "Bolsonaro 2.0". Durante seu discurso, ele criticou a "agenda woke", o "ambientalismo radical" e as "elites globais", defendendo seu pai, Jair Bolsonaro. O senador afirmou que seu pai lutou contra a "tirania da Covid", cartéis de drogas e interesses de uma elite global, comparando a situação legal de Bolsonaro à de Donald Trump, alegando que ambos são perseguidos por defenderem valores conservadores.

Flávio Bolsonaro também acusou as mesmas pessoas que, segundo ele, prenderam seu pai, de terem libertado Lula e o recolocado na presidência, com suposta interferência da administração Biden. Ele criticou o presidente Lula, chamando-o de antiamericano e acusando-o de minar o dólar e se aliar à China. O senador ainda abordou a questão dos minerais críticos, sugerindo que o Brasil pode ser a solução para a dependência dos EUA em relação à China neste setor.

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