A eleição para o governo do Rio de Janeiro é marcada pela intensa busca por apoio evangélico, com Eduardo Paes e Douglas Ruas buscando alianças e o pastor Silas Malafaia rompendo com Paes.
A corrida pelo governo do Rio de Janeiro é marcada por uma intensa disputa pelo apoio do eleitorado evangélico, que representa 32% da população do estado. Eduardo Paes (PSD), ao indicar a evangélica Jane Reis (MDB) como vice, tentou consolidar esse apoio, mas o gesto não foi suficiente para manter a aliança com o influente pastor Silas Malafaia. Malafaia rompeu com Paes, citando a aliança do prefeito com Lula e acusações relacionadas a um desfile de escola de samba, e declarou apoio a Douglas Ruas (PL) ou Felipe Curi.
Douglas Ruas, secretário estadual de Cidades, foi publicamente endossado por Malafaia em um evento religioso, destacando a importância das lideranças evangélicas na formação de alianças políticas no estado. A movimentação de Malafaia e a busca por apoio evangélico sublinham a relevância estratégica desse segmento para as eleições fluminenses, influenciando diretamente as composições das chapas e as estratégias de campanha dos candidatos.