O presidente Lula voltou a defender a reforma do Conselho de Segurança da ONU, argumentando que a organização é ineficaz em sua forma atual e precisa de maior representatividade para resolver problemas globais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou sua defesa por uma reforma no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), afirmando que a entidade, em sua configuração atual, é ineficaz para resolver os problemas globais. Durante uma coletiva de imprensa em Nova Délhi, Índia, Lula enfatizou a necessidade de fortalecer a ONU e aumentar sua representatividade, questionando a ausência de membros africanos e latino-americanos no Conselho. Ele sugeriu que países como Índia, Brasil, Alemanha, México, Nigéria e Egito deveriam ter participação para tornar o órgão mais eficaz e alinhado com a realidade geopolítica atual.
Lula destacou a importância do multilateralismo e mencionou ter contatado presidentes para organizar uma resposta a crises na Venezuela, Gaza e Ucrânia, defendendo que nenhum país deve interferir unilateralmente na vida de outros. O presidente acredita que países em desenvolvimento e do Sul Global podem mudar a lógica econômica mundial se agirem em conjunto, reforçando a visão de que a reforma da ONU é crucial para manter a paz e a harmonia mundial.
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