O impacto de chefes tóxicos no ambiente de trabalho é severo, levando a problemas de saúde mental e um número recorde de afastamentos no Brasil, com um terço dos profissionais pedindo demissão por essa razão.
O ambiente de trabalho tem se tornado um palco de crescente preocupação com a saúde mental dos funcionários, impulsionada, em grande parte, pela presença de chefes tóxicos. Esses líderes, que se distinguem de gestores inexperientes pela intencionalidade e falta de empatia, submetem suas equipes a humilhações públicas, vigilância constante e sabotagem, criando um clima de hostilidade que pode levar ao choro e ao desenvolvimento de sérios problemas de saúde mental. Pesquisas revelam que um terço dos profissionais já pediu demissão devido a um ambiente de trabalho tóxico ou a um chefe ruim, evidenciando a gravidade do problema.
O impacto dessa toxicidade vai além do conflito de personalidades, resultando em ansiedade e prejuízo no desempenho profissional. A situação é alarmante no Brasil, que registrou mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025, um recorde. Diante desse cenário, especialistas sugerem estratégias como buscar mentores, confrontar o comportamento tóxico, proteger o bem-estar pessoal e utilizar os recursos do RH com cautela, visando mitigar os efeitos negativos e preservar a saúde dos trabalhadores.