Apesar de indicadores econômicos positivos, a popularidade do presidente Lula permanece estável, pois a percepção do eleitor sobre o custo de vida e a segurança pública pesa mais que os dados macroeconômicos.
Apesar dos indicadores econômicos positivos, como a inflação baixa e o desemprego reduzido, a popularidade do presidente Lula não registrou o aumento esperado pelo governo. Analistas da XP, Paulo Gama e Victor Scalet, destacam que a percepção do eleitor sobre o custo de vida e os salários baixos, juntamente com a preocupação com a segurança pública, são fatores mais determinantes para a aprovação presidencial do que os dados macroeconômicos.
Essa dinâmica sugere que, em um cenário de polarização política, a economia, embora importante, perde parte de seu protagonismo exclusivo. A narrativa em torno dos dados e a forma como o eleitor sente o impacto das políticas governamentais em seu dia a dia se tornam cruciais para a popularidade do presidente.