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Gestão Tarcísio cobra governo federal sobre caducidade da concessão da Enel

O governo de São Paulo pressiona o governo federal e a Aneel para acelerar o processo de monitoramento que pode levar ao rompimento do contrato da Enel, após falhas recorrentes no fornecimento de energia.

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Foto: InfoMoney
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20/02 às 00:00

Pontos principais

  • O governo de São Paulo enviou ofício ao Ministério de Minas e Energia e à Aneel solicitando um prazo para o processo de monitoramento da concessão da Enel.
  • O documento pede a suspensão de prorrogações e defende a decretação da caducidade do contrato da Enel devido a falhas e insuficiência de investimentos.
  • Críticas à Enel foram intensificadas após um apagão em dezembro que afetou 2,3 milhões de imóveis na capital e Grande São Paulo.
  • A decisão sobre a anulação do contrato da Enel, cuja concessão vai até 2028, é de competência federal e cabe à Aneel.

A gestão do governador Tarcísio de Freitas intensificou a pressão sobre o governo federal e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que seja definido um prazo para a conclusão do processo de monitoramento da concessão da Enel São Paulo. O governo paulista enviou um ofício cobrando estimativas e solicitando a suspensão imediata de qualquer iniciativa de prorrogação do contrato, defendendo a caducidade da concessão devido a falhas recorrentes no fornecimento de energia, insuficiência de investimentos e inadequação de pessoal.

As críticas à concessionária foram reacendidas após um apagão em dezembro que afetou 2,3 milhões de imóveis na capital e Grande São Paulo. Embora a decisão sobre a anulação do contrato, que se estende até 2028, seja de competência federal e da Aneel, a gestão estadual tem se posicionado firmemente, inclusive com anúncios anteriores de que acionaria a agência reguladora para iniciar o processo de caducidade, apesar de atritos políticos iniciais com o governo federal sobre o tema.

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