O Brasil e mais de 100 nações condenaram a decisão de Israel de reabrir o registro de terras na Cisjordânia, classificando a medida como uma violação do direito internacional e uma ameaça à solução de dois Estados.
O Brasil, juntamente com mais de 100 países, emitiu um comunicado conjunto condenando veementemente a decisão de Israel de reabrir o registro de terras na Cisjordânia. Esta medida permite que colonos israelenses adquiram terras de forma definitiva na região, o que foi classificado pelos signatários como uma violação do direito internacional e uma ameaça direta à viabilidade da solução de dois Estados. A presidência palestina já se manifestou, considerando a ação como uma "anexação de fato" e uma afronta aos acordos internacionais.
A nota conjunta enfatiza a rejeição a quaisquer medidas que alterem a composição demográfica e o status do Território Palestino Ocupado, reafirmando o compromisso com a autodeterminação do povo palestino e a busca por uma solução de dois Estados. Enquanto Israel defende a medida como vital para sua segurança, a comunidade internacional, incluindo o Brasil, reitera a importância de respeitar o direito internacional e evitar ações que possam escalar as tensões na região e comprometer futuras negociações de paz.