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Juiz de imigração rejeita deportação de estudante palestino por protestos

Um juiz de imigração dos EUA barrou a tentativa do governo Trump de deportar o estudante palestino Mohsen Mahdawi, preso por participar de protestos pró-Palestina, reforçando uma tendência judicial contra a política de deportação de ativistas.

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Foto: G1 Mundo
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17/02 às 20:00

Pontos principais

  • Um juiz de imigração dos EUA rejeitou a tentativa do governo Trump de deportar o estudante Mohsen Mahdawi.
  • Mahdawi foi preso após participar de protestos pró-Palestina e é estudante da Universidade de Columbia.
  • A juíza Nina Froes afirmou que o Departamento de Segurança Interna não comprovou que Mahdawi era passível de deportação.
  • A decisão se baseou na falta de autenticação de um documento assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio.
  • Este caso é o mais recente de juízes que rejeitam ações ligadas a esforços do governo Trump para deportar estudantes estrangeiros com posições pró-Palestina.

Um juiz de imigração dos Estados Unidos rejeitou a tentativa do governo Trump de deportar Mohsen Mahdawi, um estudante palestino da Universidade de Columbia que foi preso no ano passado por participar de protestos pró-Palestina. A juíza Nina Froes determinou que o Departamento de Segurança Interna não conseguiu comprovar que Mahdawi era passível de deportação, citando a falta de autenticação de um documento assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio.

Esta decisão marca o mais recente revés para os esforços do governo Trump em deportar estudantes estrangeiros envolvidos em ativismo pró-Palestina. Mahdawi, nascido em um campo de refugiados na Cisjordânia, foi libertado após duas semanas de detenção por ordem judicial. O caso se alinha a outros precedentes, como o da estudante Rumeysa Ozturk, cujos processos de deportação também foram encerrados, e uma decisão anterior de um juiz federal que considerou a política governamental ilegal.

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