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Coface projeta globalização resiliente e desaceleração marginal do PIB mundial em 2026

Apesar de temores iniciais com políticas tarifárias e riscos geopolíticos, a Coface prevê que a globalização se manterá resiliente e o PIB mundial desacelerará apenas marginalmente em 2026.

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Foto: InfoMoney
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17/02 às 16:00

Pontos principais

  • A Coface avalia que a globalização e o fluxo comercial permaneceram fortes em 2025, mesmo com a nova política tarifária dos EUA.
  • O PIB mundial cresceu cerca de 2,8% em 2025, superando expectativas devido à adaptabilidade das grandes empresas.
  • Para 2026, a projeção é de uma desaceleração marginal do PIB global para 2,6%, mantendo a resiliência.
  • Riscos para 2026 incluem geopolítica, endividamento elevado, incertezas na política econômica americana e possível correção em empresas de IA.
  • O crescimento econômico será desigual, com a China desacelerando para 4,6% e a Europa, especialmente a Alemanha, mostrando perspectivas mais positivas.

A Coface, empresa especializada em seguro de crédito, divulgou projeções otimistas para a economia global, indicando que a globalização se manterá resiliente e o Produto Interno Bruto (PIB) mundial experimentará uma desaceleração marginal em 2026. Em 2025, o PIB global surpreendeu positivamente com um crescimento de 2,8%, impulsionado pela capacidade de adaptação das grandes empresas, mesmo diante da nova política tarifária dos Estados Unidos sob a administração de Donald Trump e outros riscos geopolíticos. Para o ano seguinte, a expectativa é de uma leve desaceleração para 2,6%, o que ainda reflete uma resiliência notável.

Contudo, a Coface aponta para diversos riscos que podem impactar o cenário em 2026, como as tensões geopolíticas na América Latina e Groenlândia, o alto endividamento global com juros elevados, as incertezas na política econômica americana e uma possível correção no desempenho de empresas de inteligência artificial. O crescimento econômico será desigual, com a China registrando uma desaceleração para 4,6% e a Europa, em particular a Alemanha, apresentando perspectivas mais favoráveis. Em relação às commodities, a previsão é de queda nos preços de petróleo e alimentos, enquanto metais podem ter alta demanda devido à IA e Defesa.

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