Rec-Beat celebra 30 anos com diversidade musical e resiliência cultural no Carnaval do Recife
O Festival Rec-Beat comemora três décadas de existência, mantendo sua essência de experimentação musical e integração com o Carnaval pernambucano, superando desafios e promovendo novos talentos.
Pontos principais
- O Festival Rec-Beat completa 30 anos como um espaço de resistência cultural e vitrine para a música independente e multicultural.
- Fundado em 1995 por Antonio Gutierrez (Gutie), o festival se destaca pela diversidade e mistura de tradição com vanguarda musical.
- Realizado durante o Carnaval no Cais da Alfândega, em Recife, o evento complementa a festa sem competir com ela.
- A edição de 30 anos apresenta artistas do Brasil, América Latina e África, incluindo nomes como NandaTsunami, Djonga e Felipe Cordeiro.
- O fundador Gutie ressalta a superação de desafios financeiros e a capacidade do festival de surpreender o público com novas opções musicais.
O Festival Rec-Beat celebra seus 30 anos consolidado como um polo de resistência cultural e uma importante vitrine para a música independente e multicultural. Fundado em 1995 por Antonio Gutierrez, conhecido como Gutie, o evento mantém sua identidade de diversidade, misturando tradição e vanguarda musical. Realizado anualmente durante o Carnaval no Cais da Alfândega, em Recife, o festival é visto como um complemento à festa, oferecendo uma programação alternativa e inovadora.
Gutie reflete sobre a trajetória do festival, destacando a superação de desafios financeiros, como a crise de 2015, e a importância de diversificar os patrocínios para garantir a continuidade. A edição de 30 anos promete surpreender o público com artistas do Brasil, América Latina e África, como NandaTsunami, Djonga e Felipe Cordeiro, reforçando a capacidade do Rec-Beat de apresentar novas opções musicais além dos nomes já conhecidos.
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