Janja optou por não desfilar no carro alegórico da Acadêmicos de Niterói, que homenageava Lula, para evitar perseguição política e questionamentos eleitorais, apesar da segurança jurídica para sua participação.
A primeira-dama Janja da Silva optou por não participar do desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageava o presidente Lula, para evitar o que foi descrito como perseguição política e questionamentos eleitorais. A decisão foi tomada em um ano pré-eleitoral, apesar de sua assessoria ter afirmado que havia segurança jurídica para sua participação. Fafá de Belém substituiu Janja no carro alegórico, enquanto Lula e seus ministros mantiveram uma postura discreta na Sapucaí, abstendo-se de entrevistas e publicações em redes sociais.
A homenagem da escola de samba gerou críticas de setores da oposição e de especialistas, que levantaram a possibilidade de propaganda eleitoral antecipada. Diante desse cenário, o governo e o Partido dos Trabalhadores (PT) orientaram seus aliados a evitar manifestações que pudessem ser interpretadas como campanha fora do período permitido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), reforçando a cautela em torno de eventos públicos.