A Geração Z tem adotado uma nova estratégia para combater o vício em smartphones: a compra de dispositivos físicos que funcionam como "cadeados" para seus celulares. Produtos como o cartão Bloom e o dispositivo Brick, que custam entre US$ 39 e US$ 59, permitem aos usuários bloquear o acesso a aplicativos por períodos pré-determinados, forçando um detox digital e promovendo um uso mais intencional da tecnologia. Essa tendência, amplamente divulgada nas redes sociais, reflete uma crescente preocupação com o tempo de tela e seus efeitos na saúde mental.
Empresários como Giancarlo Novelli (Bloom) e TJ Driver (Brick) defendem que esses bloqueadores criam uma barreira física necessária para que os jovens se desconectem. Influenciadores digitais, como Kristian del Rosario, relatam melhorias na produtividade e na rotina noturna após a adoção desses aparelhos. A popularidade desses dispositivos surge em meio a debates sobre o caráter viciante de plataformas como Instagram e TikTok, evidenciando o desejo da Geração Z por experiências mais tangíveis e uma maior consciência sobre o impacto da tecnologia em suas vidas.
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