Empreendedores transformam o carnaval em um negócio lucrativo e acessível, criando blocos adaptados para bebês e idosos que faturam alto e promovem a inclusão.
Empreendedores brasileiros encontraram uma forma inovadora de celebrar o carnaval, criando blocos inclusivos que atendem a públicos específicos como bebês e idosos. Essas iniciativas não apenas promovem a participação de diferentes gerações na folia, mas também se mostram altamente lucrativas. Em São Paulo, Diogo Rios adaptou um berço para seu filho e, a partir daí, criou um bloco para bebês que chega a faturar R$ 70 mil no mês de carnaval, atraindo cerca de 10 mil pessoas com estrutura de fraldário e controle de volume.
De forma similar, em Nova Friburgo (RJ), Beatriz Rimes desenvolveu um bloco para idosos, que impulsionou o faturamento de sua clínica em 150% após o evento. O bloco para a terceira idade conta com voluntários, pontos de água e um trajeto cuidadosamente planejado para garantir conforto e segurança. Ambos os exemplos demonstram o potencial de negócio e a relevância social de adaptar o carnaval para que todos possam desfrutar da festa.