A possível união entre Flávio Bolsonaro e Sergio Moro no Paraná para as eleições de 2026 intensifica a pressão sobre o governador Ratinho Junior e seu plano de sucessão, gerando divisões internas e resistência aliada.
A movimentação política no Paraná para as eleições de 2026 ganha contornos de disputa intensa com a possível aliança entre Flávio Bolsonaro e Sergio Moro. Essa união, que poderia fortalecer a candidatura de Moro ao governo e reaproximá-lo do clã Bolsonaro, exerce pressão significativa sobre o governador Ratinho Junior e seu projeto de sucessão. Internamente, o PSD de Ratinho Junior enfrenta divisões, com nomes como Alexandre Curi e Rafael Greca despontando à frente do indicado pelo governador, Guto Silva.
Paralelamente, partidos aliados como o Progressistas, por meio de Ciro Nogueira e Ricardo Barros, já sinalizam que não apoiarão Moro, considerando até a filiação de Rafael Greca. A costura política visa não apenas definir o futuro do Paraná, mas também montar um palanque robusto contra o presidente Lula e, indiretamente, contra Ratinho Junior, que é cotado para uma possível disputa presidencial.