Alerta sobre metanol em bebidas adulteradas se intensifica no Carnaval
Estados brasileiros estão em alerta para o Carnaval devido a casos e mortes por intoxicação por metanol em bebidas adulteradas, com fiscalização intensificada e recomendações à população.
Pontos principais
- O Brasil registrou 76 casos e 25 óbitos por intoxicação por metanol em 2025, com São Paulo sendo o estado mais afetado.
- Metanol gera substâncias tóxicas que afetam o sistema nervoso e a produção de energia celular, diferentemente do etanol.
- Sintomas como alterações visuais, confusão mental e convulsões podem surgir de 6 a 24 horas após a ingestão e ser confundidos com ressaca.
- O Ministério da Saúde orienta procurar atendimento médico imediato em caso de suspeita, especialmente com dor de cabeça intensa, náuseas e alterações visuais.
- A prevenção envolve consumir apenas bebidas de procedência conhecida e evitar produtos sem rótulo ou vendidos em condições suspeitas, intensificando a fiscalização durante o Carnaval.
O consumo de bebidas adulteradas com metanol representa um grave risco à saúde pública, como evidenciado pela crise sanitária no Brasil em 2025, que resultou em 76 casos de intoxicação e 25 óbitos. Diferente do etanol, o metanol é metabolizado no corpo em substâncias tóxicas que comprometem o sistema nervoso e a produção de energia celular, podendo levar a consequências fatais. Estados como São Paulo, Pernambuco, Bahia, Paraná e Mato Grosso registraram casos e mortes, levando a um alerta intensificado para o Carnaval.
Os sintomas da intoxicação, que incluem alterações visuais, confusão mental, convulsões e insuficiência respiratória, podem ser confundidos com os de uma ressaca e geralmente se manifestam entre 6 e 24 horas após a ingestão. Diante de qualquer suspeita, especialmente com dor de cabeça intensa, náuseas e alterações visuais, o Ministério da Saúde recomenda procurar atendimento médico imediato. A prevenção é fundamental, orientando o consumo exclusivo de bebidas de procedência conhecida, com rótulo e selo fiscal, e a rejeição de produtos sem rótulo ou vendidos em condições suspeitas, com fiscalização intensificada em eventos como o Carnaval.
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