A Alemanha enfrenta uma escassez crítica de 300 mil trabalhadores qualificados anualmente devido ao envelhecimento populacional, buscando atrair estrangeiros que, contudo, esbarram em burocracia e desafios de integração.
A Alemanha enfrenta uma crise de mão de obra qualificada, necessitando de 300 mil profissionais anualmente para manter sua economia em funcionamento, um desafio impulsionado pelo envelhecimento da população e baixas taxas de natalidade. Embora o país se esforce para atrair talentos estrangeiros, como enfermeiras da Índia e Sri Lanka, a burocracia excessiva e a lentidão nos processos de visto e autorização de trabalho criam obstáculos significativos para a integração desses profissionais.
Além das barreiras administrativas, imigrantes também se deparam com preocupações relacionadas a sentimentos anti-estrangeiros e racismo, o que pode desestimular a permanência e a chegada de novos trabalhadores. Clínicas, como a BDH, estão desenvolvendo programas de estágio para contornar a burocracia, enquanto especialistas clamam por maior agilidade nas autoridades de imigração e leis mais uniformes para que a Alemanha possa efetivamente preencher suas vagas e manter sua competitividade econômica.