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Banco do Brasil supera expectativas, inflação em linha e Suzano sob pressão

A semana econômica foi marcada por resultados corporativos, com o Banco do Brasil superando projeções, a inflação em linha com o esperado e a Suzano enfrentando um cenário desafiador no setor de papel e celulose.

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Foto: InfoMoney
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14/02 às 08:00

Pontos principais

  • O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no 4º trimestre, superando as expectativas do mercado.
  • O IPCA de janeiro ficou em 0,33%, em conformidade com as projeções, reforçando a expectativa de corte da Selic em março.
  • A Suzano (SUZB3) apresentou EBITDA ajustado de R$ 5,6 bilhões, refletindo um setor de papel e celulose sob pressão.
  • O preço-alvo da Petrobras (PETR4) foi elevado para R$ 47, mantendo a recomendação de compra, apesar da queda do Brent.
  • ETFs ganham destaque como ferramenta estratégica para diversificação de investimentos, com recomendações para diferentes perfis.

A semana econômica foi dominada por uma série de resultados corporativos e indicadores macroeconômicos que delineiam o cenário atual do mercado. O Banco do Brasil (BBAS3) surpreendeu positivamente ao reportar um lucro líquido de R$ 5,7 bilhões no quarto trimestre, impulsionado por um efeito tributário favorável, embora a recomendação para o papel permaneça neutra devido a custos de crédito e visibilidade limitada. Paralelamente, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro, que registrou 0,33%, alinhou-se às projeções, solidificando as expectativas de que o Banco Central inicie o ciclo de cortes na taxa Selic já em março.

Contudo, nem todos os setores apresentaram um panorama otimista. A Suzano (SUZB3), por exemplo, divulgou um EBITDA ajustado de R$ 5,6 bilhões, evidenciando as pressões enfrentadas pelo setor de papel e celulose. Em contraste, a Petrobras (PETR4) teve seu preço-alvo elevado para R$ 47, mantendo a recomendação de compra, mesmo com a previsão de resultados menores no último trimestre devido à queda do preço do Brent. No campo dos investimentos, os ETFs ganham cada vez mais relevância como ferramenta estratégica para diversificação, enquanto o fator Valor se destacou em janeiro, superando o Qualidade.

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