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Homem que jogou R$ 429 mil pela janela em SC é investigado em operação da PF

Um homem que arremessou R$ 429 mil pela janela em Balneário Camboriú durante operação da PF passou a ser investigado por crimes financeiros ligados à RioPrevidência e Banco Master, que teve liquidação decretada.

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Foto: G1 Política
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13/02 às 07:07

Pontos principais

  • A Polícia Federal confirmou que R$ 429 mil foram jogados de um apartamento em Balneário Camboriú durante a Operação Barco de Papel.
  • O homem responsável por arremessar o dinheiro não era alvo inicial da operação, mas passou a ser investigado por crimes financeiros.
  • A Operação Barco de Papel investiga crimes financeiros relacionados à gestão de recursos da RioPrevidência e do Banco Master.
  • O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central por grave crise de liquidez e violações normativas, com desvios estimados em R$ 11,5 bilhões.
  • Além do dinheiro, dois veículos de luxo e dois celulares foram apreendidos na ação policial em Santa Catarina.

A Polícia Federal confirmou que R$ 429 mil foram arremessados de um apartamento em Balneário Camboriú durante a Operação Barco de Papel, que investiga crimes financeiros. O incidente ocorreu quando um homem jogou o dinheiro de um banheiro durante a ação policial em Santa Catarina. Inicialmente não sendo um dos alvos da operação, o indivíduo passou a ser investigado após o episódio, por crimes contra o sistema financeiro ligados à RioPrevidência e ao Banco Master.

A Operação Barco de Papel, em sua terceira fase, apura irregularidades na aquisição de letras financeiras pelo RioPrevidência no Banco Master, totalizando cerca de R$ 970 milhões. A investigação visa recuperar bens e valores retirados de um imóvel no Rio de Janeiro durante a primeira fase. O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central por grave crise de liquidez e violações normativas, com desvios estimados em R$ 11,5 bilhões. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Balneário Camboriú e Itapema, expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. Além do dinheiro, dois veículos de luxo e dois celulares foram apreendidos, incluindo um da pessoa que jogou o dinheiro pela janela. O ex-presidente do RioPrevidência, Deivis Marcon Antunes, já havia sido exonerado e preso anteriormente por suspeita de obstrução das investigações.

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