Anvisa determina recolhimento de energéticos e suplementos por irregularidades
A Anvisa ordenou o recolhimento de diversos produtos alimentícios, incluindo suplementos e energéticos, devido a irregularidades como fabricação não autorizada, ingredientes não avaliados e alegações terapêuticas proibidas.
Pontos principais
- Produtos da Organza Indústria e Comércio foram fabricados com constituintes não autorizados e sem controle de qualidade.
- O suplemento Insufree da P2 Brasil teve origem desconhecida e fazia alegações de benefícios terapêuticos não comprovados.
- Produtos da Slok Indústria de Bebidas e Alimentos foram recolhidos por fabricação e divulgação sem autorização.
- A Deluxe teve produtos recolhidos por origem desconhecida, relatos de taquicardia e alegações de emagrecimento.
- A Cycles Nutrition utilizou extratos vegetais sem avaliação prévia de segurança em seus produtos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de uma série de produtos alimentícios, incluindo suplementos e energéticos, devido a graves irregularidades. As falhas incluem fabricação sem autorização, uso de ingredientes não avaliados quanto à segurança e a veiculação de alegações terapêuticas proibidas, que não possuem comprovação científica e podem enganar os consumidores.
Entre as empresas afetadas estão a Organza Indústria e Comércio, a P2 Brasil, a Slok Indústria de Bebidas e Alimentos, a Mushin Serviços e Comércio, a Gustavo Teodoro de Almeida Teixeira – Deluxe e a Cycles Nutrition. As irregularidades variam desde a origem desconhecida dos produtos e a falta de controle de qualidade até relatos de efeitos adversos como taquicardia, evidenciando a importância da fiscalização para a segurança e saúde pública.
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