Alertas de desmatamento caem 35% na Amazônia e 6% no Cerrado
Alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado registraram quedas significativas entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, impulsionadas por políticas públicas e fiscalização, embora o Pantanal tenha visto um aumento.
Pontos principais
- Alertas de desmatamento na Amazônia Legal caíram 35% (1.324 km²) e no Cerrado 6% (1.905 km²) entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, segundo o Deter/Inpe.
- A queda de 93% na degradação florestal na Amazônia e a expectativa de menor taxa histórica de desmatamento em 2026 são atribuídas a esforços governamentais.
- O fortalecimento das ações de fiscalização do Ibama (59% de aumento) e do ICMBio (24% de aumento) é apontado como um dos principais fatores para a redução.
- A ministra Marina Silva destacou que a redução do desmatamento não comprometeu o crescimento do agronegócio e a abertura de novos mercados.
- O Pantanal, no entanto, registrou um aumento de 45,5% nos alertas de desmatamento no mesmo período.
Os alertas de desmatamento na Amazônia Legal e no Cerrado apresentaram quedas expressivas entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, conforme dados do Deter/Inpe. A Amazônia registrou uma redução de 35%, totalizando 1.324 km², enquanto o Cerrado viu uma diminuição de 6%, com 1.905 km². Essa performance é atribuída a uma intensificação das políticas públicas e ações de fiscalização, incluindo um aumento de 59% nas fiscalizações do Ibama e 24% do ICMBio. A ministra Marina Silva ressaltou que essa redução não impactou negativamente o agronegócio, demonstrando a possibilidade de conciliar proteção ambiental com desenvolvimento econômico.
Apesar dos avanços nos biomas Amazônia e Cerrado, o Pantanal registrou um aumento de 45,5% nos alertas de desmatamento no mesmo período, indicando a necessidade de atenção específica para a região. A ministra Luciana Santos enfatizou a importância do monitoramento científico e do investimento em conhecimento para subsidiar a formulação de políticas públicas eficazes e garantir a soberania ambiental do Brasil, consolidando os esforços para alcançar a menor taxa histórica de desmatamento em 2026.
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