Morgan Stanley destaca transformação no saneamento e mantém Sabesp como preferida
O Morgan Stanley aponta a transformação do setor de saneamento no Brasil, impulsionada pela universalização e privatizações, e mantém a Sabesp como sua principal escolha de investimento.
Pontos principais
- O setor de saneamento brasileiro passa por transformação, com meta de universalização até 2033 e avanço das privatizações.
- Morgan Stanley mantém a Sabesp (SBSP3) como principal escolha de investimento, com recomendação 'overweight' e preço-alvo de R$ 162.
- A Sabesp é preferida devido à sua execução avançada pós-privatização, governança clara e menor risco de inadimplência.
- A privatização da Copasa (CSMG3) é esperada para o primeiro semestre de 2026, mas o banco adota cautela devido à valorização já precificada.
- A Sanepar (SAPR11) é a única estatal listada sem sinais claros de privatização no curto prazo, com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 48.
O Morgan Stanley ressalta a profunda transformação em curso no setor de saneamento brasileiro, impulsionada pela meta de universalização dos serviços até 2033 e pelo avanço das privatizações. Nesse cenário, o banco mantém a Sabesp (SBSP3) como sua principal escolha de investimento, atribuindo-lhe uma recomendação 'overweight' e elevando seu preço-alvo para R$ 162. A preferência pela Sabesp é justificada pela sua execução avançada no processo pós-privatização, governança clara e menor risco de inadimplência, fatores que a posicionam favoravelmente no mercado.
Por outro lado, o Morgan Stanley adota uma postura mais cautelosa em relação à Copasa (CSMG3), apesar de prever sua privatização para o primeiro semestre de 2026. Embora tenha elevado o preço-alvo da Copasa para R$ 58, a recomendação permanece neutra, considerando que grande parte da valorização já estaria precificada. A Sanepar (SAPR11) é a única concessionária estatal listada sem indicativos claros de privatização no curto prazo, recebendo uma recomendação neutra e preço-alvo de R$ 48. Uma eventual privatização da Sanepar seria um catalisador significativo, mas dependeria de sinais políticos mais definidos antes das eleições de 2026.
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