Um programa de imersão da Fiocruz tem estimulado jovens estudantes do ensino médio a se interessarem por carreiras científicas, combatendo a desigualdade de gênero nas áreas STEM.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem desempenhado um papel fundamental no incentivo à participação feminina na ciência através de um programa de imersão de verão para meninas do ensino médio. A iniciativa, que já inspirou estudantes como Raíssa Cristine de Medeiros Ferreira e Beatriz Antônio da Silva, busca desmistificar a carreira científica e combater a desigualdade de gênero nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). O programa, criado em 2020, também celebra o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, instituído pela ONU para promover a equidade de gênero no setor.
Durante a imersão, 150 alunas da Região Metropolitana do Rio de Janeiro tiveram a oportunidade de conhecer laboratórios e diversas dimensões do trabalho científico, como enfatizado pela coordenadora Beatriz Duqueviz. A proposta é mostrar que a curiosidade e a disciplina são mais importantes que a genialidade, abrindo portas e dando voz às mulheres na ciência, ao mesmo tempo em que se combatem estereótipos e a necessidade de conciliar a carreira com outras atribuições.