Motta defende reajuste para servidores da Câmara e nega 'trem da alegria'
O deputado Hugo Motta defendeu o reajuste salarial e a reestruturação de carreiras dos servidores da Câmara, rebatendo críticas e justificando a medida com base em precedentes e orçamento.
Pontos principais
- Hugo Motta (Republicanos-PB) defendeu o aumento salarial e a reestruturação de carreiras dos servidores do Legislativo.
- Ele comparou o reajuste da Câmara ao do Judiciário e TCU, sancionados anteriormente pelo presidente Lula, negando ser um 'trem da alegria'.
- Motta justificou o pagamento acima do teto constitucional para 4% dos servidores (72 pessoas) em cargos de alta responsabilidade.
- O deputado garantiu que os reajustes estão contemplados no orçamento da Câmara, que ainda devolverá mais de R$ 700 milhões aos cofres públicos em 2026.
O deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) veio a público defender o reajuste salarial e a reestruturação das carreiras dos servidores da Câmara, aprovados na semana passada, rebatendo as críticas e a possibilidade de veto presidencial. Motta argumentou que a medida não configura um "trem da alegria", citando como precedente o reajuste de 8% concedido ao Judiciário e ao Tribunal de Contas da União (TCU), que foram sancionados pelo presidente Lula. Ele também justificou que o pagamento acima do teto constitucional se aplica a apenas 4% dos servidores, em cargos de alta responsabilidade, alinhando-se à Reforma Administrativa.
O parlamentar assegurou que os reajustes estão integralmente previstos no orçamento da Câmara, que demonstra solidez financeira ao prever a devolução de mais de R$ 700 milhões aos cofres públicos em 2026. Motta negou qualquer ligação entre a aprovação do reajuste e a decisão do ministro Flávio Dino sobre os chamados "penduricalhos", elogiando a iniciativa do ministro. A defesa do deputado busca legitimar a medida, destacando a responsabilidade fiscal e a paridade com outros Poderes.
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